segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
SAI A PRIMEIRA CHAMADA DO SISU
Da Agência Brasil
O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) já pode ser consultado na página do programa, nas instituições participantes e na central de atendimento do Ministério da Educação (MEC), por meio do telefone 0800-616161. A consulta foi aberta inicialmente apenas pelo 0800, enquanto o sistema fazia o carregamento dos dados na internet.
Os convocados devem providenciar a matrícula entre os dias 18 e 22 deste mês. A segunda chamada será divulgada no próximo dia 28, com matrículas de 1º a 5 de fevereiro.
Ao todo, 1.949.958 inscritos disputaram as 129.319 vagas em 3.752 cursos. Na primeira edição deste ano do Sisu, participaram 101 instituições públicas de educação superior. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), houve um crescimento de 11% em relação ao ano passado, quando o sistema registrou 1.757.399 inscritos.
DECISÃO
:: Elisabeth Cavalcante ::
No caminho do autoconhecimento, uma qualidade se torna
essencial: a decisão. Ser decidido significa abandonar totalmente a hesitação e
não se deixar influenciar pelas tentativas constantes da mente de nos fazer
desistir da jornada.
E os argumentos serão muitos, desde aqueles que tentam nos fazer duvidar dos
mestres, até os que buscam nos desviar para prazeres imediatos e supérfluos.
Se não estivermos firmemente focados no objetivo de mergulhar profundamente em
nosso próprio interior, certamente nos deixaremos seduzir facilmente por estes
chamados. Afinal, seguir o desconhecido, sem nenhuma garantia acerca do que
encontraremos no final, é um desafio que exige determinação e coragem.
O divino, este aspecto misterioso de nosso ser é, ao mesmo tempo, nossa
natureza essencial. Por mais paradoxal que pareça, buscamos afinal o que já
possuímos, devendo para isto deixar de lado o que não nos pertence.
O ego, -nosso falso eu-, é desde sempre um conhecido, com ele desenvolvemos
intimidade e por essa razão, passamos a dar-lhe total crédito, mesmo quando ele
nos faz acreditar em falsos paradigmas.
Somente a persistência e uma confiança absoluta no processo, pode nos levar finalmente
a experimentar um novo patamar de consciência, onde as dúvidas vão aos poucos
dando lugar a um novo estado de ser, onde o sentimento de que a existência é
sempre perfeita, do modo como se apresenta, tornam-se naturais.
"Osho, quero me tornar um sannyasin, mas fui ensinado desde minha
infância a tomar cada passo com muito cuidado. E por causa disso, eu tenho
estado hesitando longamente. O que devo fazer?"
Osho:
Se você segue em hesitação, você vai perder tudo que é belo. Porque o bonito
vem apenas em raros momentos. Se você não está pronto o suficiente para saltar
para ele quando o momento estiver lá, você vai continuar perdendo.
Um homem que continuamente hesita continua perdendo - porque quando chega o
momento, ele está hesitando. Quando o momento se foi, ele pode até mesmo
decidir, mas agora a oportunidade não está mais lá. Então, ele tem que esperar
pela oportunidade...
...A vida pertence a quem é corajoso. E eu não estou dizendo que não tenha
cuidado - mas para mim, cuidado tem um significado totalmente diferente do que
ele tem para você. Cuidado, para mim, significa alerta, consciência. Cuidado
não significa esperteza, não significa cálculo.
...Eu não estou dizendo, 'Seja cego e faça qualquer coisa. "Mantenha os
olhos abertos. Mas apenas mantendo os olhos abertos e sentado em silêncio e
nunca assumindo um risco, você não está indo a lugar nenhum. Você vai
simplesmente morrer ali.
Você não está vivendo, você está vegetando. Mexa-se! A vida é movimento, a vida
é rio. Se o rio hesita, ele vai se tornar uma lagoa. E um lago é uma coisa
morta... E, mais cedo ou mais tarde, a lagoa torna-se seca, a água irá
evaporar-se.
O rio corre e chega ao oceano, entra no infinito. E o rio não tem nenhum mapa e
nem guias, e não sabe realmente onde ele está indo... O oceano está muito longe
- nem mesmo o barulho do mar pode ser ouvido.
Se você quer chegar, seja como um rio. A pessoa tem que estar ciente do que é
direito - mas cuidado em excesso pode ser um obstáculo. Ele não vai permitir
que você tenha o desconhecido em sua vida. O conhecido nunca é suficiente -
apenas o desconhecido satisfaz. Somente quando você se move para o desconhecido
você é fresco e jovem.
...Mas se você está infeliz e miserável do jeito que é, então, seja um pouco
corajoso. Dê alguns passos para além do limite em que viveu até agora.
Felicidade acontece às pessoas que estão mais vivas. Às vezes, muito cálculo,
como de uma mente de negócios, cria problemas desnecessários... Portanto, o seu
cálculo pode prejudicar você e pode prejudicar os outros também... seja um
pouco mais corajoso.
...Hesitação é um velho hábito. Por causa de sua hesitação, eu posso dizer que
você deve ter perdido muitas oportunidades também na vida - porque a
oportunidade vem, e ela se vai. Ela não espera, ela não se preocupa com você.
Ela vem, e em um momento ela se foi. E ela está lá apenas por um momento - a
janela se abre por um momento e, então, ela está fechada e pode permanecer
fechada para sempre... nunca se sabe.
Assim, quando a janela estiver aberta, dê um salto - vá para o desconhecido.
Você não vai perder nada, porque você não tem nada. Por que você está
preocupado com perder alguma coisa? Por que você está hesitando? O que você tem
a perder?
É como um homem nu que não vai tomar um banho no rio, porque ele tem medo -onde
é que ele vai secar suas roupas? E ele não tem roupa, ele é um homem nu, mas
ele não vai tomar o banho, porque então ele irá criar complexidades
desnecessárias - onde é que ele vai secar suas roupas? Veja o que você tem de
ter medo de? O que você tem a perder? Apenas suas misérias!"
OSHO - Zen: O Caminho da Paradox
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
EM ALGUNS LUGARES ELA JÁ NÃO EXISTE MAIS
1
Deli,
Índia. Todos querem, apenas, um pouco de água...
2
Dois Sudaneses bebem água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente
concebidos para este fim, com
filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné. O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu
reduzir em 70% esta enfermidade debilitante.
3
Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais da metade do
seu volume, no século passado. Na
foto, trabalhadores da estação de esqui do glaciar de Pitztal, na Áustria,
cobrem o glaciar com uma manta
especial para proteger a neve e retardar o seu derretimento, durante os meses
de Verão...
4
As águas do delta do rio Níger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e
despejar o lixo.
5
Água suja em torneiras residenciais, devido ao avanço indiscriminado do desenvolvimento.
6
Aldeões
na ilha de Coronilla, Quénia, cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300
metros do mar. A água é salobra.
7
Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais
zarparão...
O BRASIL TEM SÓ 4% DE RECURSOS HÍDRICOS COM
QUALIDADE ÓTIMA - 2011. UMA VERDADEIRA CATÁSTROFE QUE NINGUÉM AINDA NO PAÍS SE
DEU CONTA!
E VAI ACABAR!
VALORIZE A ÁGUA!
EM ALGUNS
LUGARES, ELA NÃO EXISTE MAIS...
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
DIFERENÇAS
Denotação e conotação
- Denotação
Emprego de uma palavra com seu sentido original, real,
dicionarizado.
Ex.: A menina ganhou uma flor.
- Conotação
Emprego especial, literário, figurado de uma palavra.
Ex.: A menina é uma flor.
1. Metáfora:
Quando a conotação tem base em uma comparação implícita.
Exemplos:
1. A jovem tem olhos de pérola. (= olhos negros e
brilhantes)
2. “Iracema, a virgem dos lábios de mel”(= doces)
Sinonímia e Antonímia
1.Sinonímia:
Emprego de sinônimos, isto é, palavras de mesmo sentido.
Ex.: Casa
- moradia, lar, teto. Rosto
- face, semblante, cara.
2.Antonímia:
Emprego de antônimos, isto é, palavras de sentido oposto.
Ex.:
Economizar – gastar; Largo – estreito; Riqueza - pobreza.
Observações:
a) Não existem
sinônimos perfeitos. Tudo depende do contexto.
Ex.: Ele é forte.
Ele é robusto.
O seu forte é
a matemática. (não cabe a palavra robusto)
Homonímia
Homonímia: Emprego de palavras que têm identidade de
pronúncia ou de grafia, os chamados homônimos.
● Homônimos homófonos: Mesma pronúncia, grafia
diferente.
Ex.:
cozer(cozinhar) − coser(costurar); concerto (sessão musical) — conserto
(reparo); cessão (ato de ceder) — sessão (tempo de uma reunião ou espetáculo)
seção ou secção(divisão, repartição);
● Homônimos homógrafos: Mesma grafia, pronúncia diferente.
Ex.: colher
(subst)— colher (verbo); gelo (subst)— gelo (verbo);
● Homônimos perfeitos: Mesma grafia e mesma pronúncia.
Ex.: pena
(pluma) − pena (compaixão); livre (adjetivo) — livre (verbo livrar); são
(adjetivo) — são (verbo ser) — são (santo);
Paronímia
Paronímia:
Emprego de parônimos, isto é, palavras muito parecidas.
Ex.: O mandato do deputado é de quatro anos.
Expediu um mandado de busca.
Polissemia
Polissemia:
Pluralidade de sentidos de uma palavra.
Ex.: Ele ocupa um alto posto na empresa.
Abasteci meu carro no posto da esquina.
Os convites eram de graça.
Os fiéis agradecem a graça recebida.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
PEDRAS DE AMOLAR
Sêo Oscar era um dos homens mais
ricos da Bahia, com certeza o maior cacauicultor individual do mundo à sua
época.
A fama dele corria léguas e mais
léguas: homem previdente, astuto e trabalhador. Ninguém lhe passava a perna.
Corria a estória de que até seu genro tinha tentado assassiná-lo (de olho na gorda
fortuna!), porém não havia logrado êxito, pois Sêo Oscar fora mais esperto...
Havia migrado de Sergipe para o
sul da Bahia em busca de terras e riquezas. E as conseguiu, com muito suor e
dedicação.
O tempo passava e Sêo Oscar só prosperava
ainda mais.
Certa feita ele se dirigiu ao
antigo Banco Nacional – era um dos maiores correntistas da instituição – e
pediu para reaver sua aplicação. Era muito dinheiro. O Banco consultou o saldo:
mais de milhões! Trabalheira danada. Contaram, recontaram. Colocaram em várias
maletas o seu valioso vintém. No fim do dia, quando lhe entregaram o montante,
ele disse ao gerente:
- Ô, seu menino, sabe de uma, não vou levar o dinheiro, não... Só queria
saber se vocês tinham guardado ele bem, aí...
As más línguas criaram inúmeras
lendas sobre Sêo Oscar, como a de que ele amarrava um comprimido de melhoral e tomava para passar a dor de
cabeça constante. Quando estava bom da dor, puxava de volta o cordão, guardando
o remédio para uma próxima vez...
Como disse, muitas, muitas
lendas! E o homem era famoso por elas.
Mas um fato real aconteceu que
supera a todos os demais, e que de forma alguma vem abonar o seu caráter, senão
mostrar o seu espírito capitalista e de visão de mercado aguçadíssimo.
Juntando os dedos dos pés e das
mãos não dava para contar a quantidade de fazendas de Sêo Oscar. Eram inúmeras.
Todas produtivas, o que o fez colher a incrível soma de 120 mil arrobas de
cacau.
Enfim, ele tinha em uma das suas
“terrinhas” uma pedreira mui valiosa e que ele não sabia do fato. Depois de
aplainar o local para nova cultura agrícola, várias pedras de amolar apareceram
quebradas no terreno. De todos os tamanhos e formas.
Seu funcionário o alarmou para o
caso, ele não se fez de rogado. Mandou-o se dirigir à maior loja de ferragens e
material de construção da cidade e perguntar se o dono, Sêo Nicodemos, tinha a
tal pedra para vender.
- Olha, meu filho, tenho três pedrinhas aqui, muito boas...
Sêo Oscar mandou então o trabalhador
comprar as três. Seu funcionário, intrigado, ficou de orelha em pé: “Cumé que pode, o homi tem num sei quantas na
fazenda dele e manda cumprá?”
E durante as duas semanas
seguintes, o conhecido cacauicultor mandava alguns dos seus mais de trezentos
funcionários irem ao comerciante, um ou dois por dia, para perguntar se tinha
pedra de amolar para vender.
- Ô, meu filho, num tem não... Acabou! – Sempre respondia, mas
pensando de si para si no faro comercial: “Meu
Deus, tou perdendo um dinheiro da disgrama sem essas pedras aqui!”
Passando o tempo supracitado,
Sêo Oscar telefona para o amigo, dono da loja, como quem não quer nada:
- Ô Nicó, lá nas minhas “terrinhas” descobri umas pedrinhas de amolar...
Você não tem interesse, não, Nicó?
- Mas, Oscar, eu tenho e muito...
Fecharam negócio, e Sêo Oscar
mandou tantas carretas de pedras para o amigo Nicó, que este, vindo a morrer
trinta anos após, ainda tinha pedras de amolar para vender!
* Gustavo
Atallah Haun é professor, formado em Letras, UESC, e ministra aula em Itabuna e
região. Escreve para jornais de Itabuna, Ilhéus e edita
oblogderedacao.blogspot.com (g_a_haun@hotmail.com). É maçom, da Loja Acácia
Grapiúna.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A HISTÓRIA DAS LETRAS
A língua escrita não surgiu ao
mesmo tempo que a falada: inúmeros anos foram necessários para que o ser humano
passasse do desenho à representação escrita dos sons da fala.
A escrita foi inventada na Suméria, um país
que existia onde hoje estão o Irã e o Iraque, numa região chamada Mesopotâmia,
que significa “entre rios”. Os rios Tigre e Eufrates. Naquela época, cerca de 5
mil anos atrás, a escrita começou a ser feita em pequenas almofadas de barro.
Mais tarde, usou-se também madeira, metal e pedra para escrever. A ideia pegou
e, assim, surgiram maneiras diferentes de escrever em vários pontos do mundo,
de acordo com a língua falada em cada região.
No começo, a escrita era feita
com o desenho das coisas. Por exemplo: se a palavra era “casa”, fazia-se o
desenho de uma casa. Mas logo vieram as
dificuldades. Como escrever o nome de uma pessoa? Não bastava fazer o
desenho de um homem ou de uma mulher! Então começaram-se a combinar os
símbolos.
Desse modo, para escrever algo sobre
alguém chamado Coelho, bastava desenhar um homem e um coelho. Mas isso também
nem sempre funcionava bem. Como a gente poderia representar alguém chamado
Henrique?
Para resolver esse tipo de
problema, passou-se a escrever os sons das palavras e não mais as ideias. Para
escrever “irmão”, desenhavam-se as pernas andando (ir) e uma mão. Um soldado
era representado por um sol junto com um dado.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
LEMBRETES QUE PODEM MELHORAR SEU TEXTO
1. Antes de começar a escrever, faça um esquema de seu
texto, dividindo em parágrafos as ideias que pretende expor. Isso evita
repetição ou esquecimento de alguma ideia;
2. Cheque se os pontos de vista que você vai defender não
são contraditórios em relação à tese. Elabore as relações de causa e
consequência ou os polos positivos e negativos do tema;
3. Não tenha preguiça de refazer seu texto várias vezes. É a
melhor maneira de se chegar a um bom resultado. Procure redigir em
aproximadamente uma hora;
4. Enquanto escreve em casa, tenha sempre à mão um
dicionário para checar a grafia das palavras e descobrir sinônimos que evitem a
repetição;
5. Não fuja ao tema proposto;
6. Escreva o que você pensa sobre o tema dado e não o que
você acredita que o corretor do texto gostaria que fosse escrito. Jamais
analise os temas propostos movido por emoções exageradas;
7. Não escreva sobre o que você não conhece, nem
utilize sua redação para fins
doutrinários;
8. Use a linguagem padrão em seu nível culto;
9. Empregue a linguagem denotativa;
10. Não empregue palavras cujo significado seja desconhecido
para você;
11. Evite lugar-comum: frases feitas e expressões
cristalizadas, como a pureza das crianças, a sabedoria dos velhos,
etc. evite também gírias e a palavra coisa (procure o vocábulo adequado
a cada ideia); não use etc.; não abrevie palavras;
12. Evite repetir palavras, use sinônimos. Há repetições que
enfatizam. Mas, fora o caso intencional da ênfase, repetir revela pobreza de
vocabulário ou desleixo;
13. Evite expressões do tipo belo, bom, mau, incrível,
péssimo, triste, pobre, - são juízos
de valor sem carga informativa, imprecisos e subjetivos;
14. Não “encha linguiça”!
Cada palavra deve ser fundamental e informativa na redação. À falta de
ideias, não fique repetindo a mesma coisa com palavras diferentes. Isso é
redundância, é prolixidade, é terrível defeito! É preferível poucas linhas bem
redigidas a muitas mal escritas. Faça um trabalho honesto;
15. Não aumente o tamanho da letra para dar a impressão de
que escreveu bastante. Isso indispõe o avaliador;
16. Letra estilo “bicho-de-pé”, não pode (só se vê a linha
de tão pequena). O avaliador não vai colocar lente de aumento só para corrigir
a sua redação;
17. Não repita ideias, tentando explicá-las. Se você
escrever com clareza, uma só vez basta;
18. Não se desculpe dizendo que não escreveu mais porque o
tempo foi pouco;
19. Cuidado com o uso inadequado das conjunções. Elas podem
estabelecer relações que não existem entre as frases e tornar o texto sem nexo;
20. Se usar uma pergunta na tese, responda-a ao longo do
texto. Evite interrogações na argumentação e na conclusão. Para aprofundar seus
argumentos, suas afirmações, use exemplos: fatos notórios ou históricos,
conhecimentos geográficos, cifras aproximadas e informações adquiridas por meio
de leitura, estudo e aquisições culturais (bagagem cultural);
21. Pensamento novo, período novo. É comum, entre os que
iniciam, misturar no mesmo período ideias que não se completam;
22. Tome cuidado com os períodos muito longos: resultam
confusos e são propícios a períodos incompletos;
23. Não empregue a primeira pessoa do singular;
24. Atenção à falta de paralelismo;
25. Centralize o título (só use aspas se for citação);
26. Faça parágrafos a, mais ou menos, três centímetros da
margem;
27. Atinja a margem direita e esquerda sem ultrapassá-las;
28. Faça letra legível; se escrever em letra de forma,
procure distinguir as maiúsculas das minúsculas;
29. Não borre, não rabisque, nem rasure o texto definitivo;
30. Rascunhe suas ideias antes de passá-las para a folha
definitiva;
31. Não exceda o limite máximo de linhas; nem fique aquém do
limite mínimo;
32. Com os temas dissertativos, o texto deve apresentar:
a) concatenação de ideias (parágrafos e frases interligados
coerentemente);
b) elaboração crítica, coerência e clareza;
c) domínio do léxico e da estrutura da língua;
d) uso da terceira pessoa do singular, mais partícula se;
ou, primeira pessoa do plural;
e) tese, argumentação e conclusão;
f) coerência com o tema proposto.
33. Texto dissertativo não deve apresentar:
a) interrogações na argumentação ou na conclusão (só o
título e a introdução podem apresentar interrogação);
b) uso da primeira pessoa do singular, salvo exigências
feitas pela banca;
c) conversa com o leitor;
d) fuga ao tema ou à modalidade (dissertação) solicitada;
e) título inadequado;
f) uso indevido de clichês, frases prontas e chavões,
palavrões, gírias;
g) abordagem subjetiva e emocional do tema;
h) superficialidade, julgamentos gratuitos, religiosos e
infundados;
i) linguagem inadequada (coloquial);
j) diálogo, nem personagens.
34. Na conclusão é possível:
a) retomar a tese, reafirmando-a;
b) retomar a tese, oferecendo soluções ou críticas viáveis
para os problemas abordados na argumentação.
ATENÇÃO:
Respeite os limites indicados na prova: evite escrever
demais; você corre o risco de entediar o corretor e cometer erros.
No vestibular, comece pelo rascunho, depois responda às
questões da prova. Conclua essa etapa, retome seu rascunho. Releia-o, faça as
alterações necessárias e passe o texto a limpo. Não se esqueça do título.
BOA PROVA!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
O SISU E VOCÊ!
07/01/2013 00h00 - Atualizado em 07/01/2013
08h39
Inscrições
para o Sisu abrem nesta segunda para 129 mil vagas pelo país
Candidatos do Enem podem
disputar vagas nas universidades federais.
Veja como se inscrever no processo seletivo do MEC.
Veja como se inscrever no processo seletivo do MEC.
Do G1, em São Paulo
O Ministério da
Educação abriu na madrugada desta segunda-feira (7) o período de inscrições
para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre de 2013. São oferecidas
129.279 vagas no ensino superior em 3.751 cursos de 101 instituições. As
inscrições devem ser feitas no site sisualuno.mec.gov.br.
Uma falha no sistema permitiu por alguns instantes que candidatos tivessem a acesso a dados de
outras pessoas. Segundo o MEC, o problema foi rapidamente resolvido.
O número de
vagas cresceu 16% entre a edição de 2012 e a deste ano. No ano passado, mais de
um milhão de candidatos concorreram às 108.552 vagas oferecidas por 95
instituições de ensino superior.
Mapa do G1 mostra onde estão as
mais de 129 mil vagas do Sisu 2013 (Foto: G1)
Veja a seguir
as instruções para participar do processo seletivo deste semestre:
Quem pode
participar do Sisu 2013?
Apenas quem fez o Enem 2012 e tirou nota maior do que zero na prova de redação. O resultado no exame é a pontuação utilizada para selecionar os candidatos nas vagas escolhidas. Para se inscrever, basta usar o CPF ou o número de inscrição no Enem, além da senha cadastrada no sistema do Enem, que será a mesma utilizada pelo Sisu. Quem perdeu a senha do Enem deverá recuperá-la no site do exame.
Como funcionam
as inscrições?
As inscrições,
abertas nesta segunda-feira (7), vão até as 23h59 da sexta-feira (11) no site
do Sisu. Durante esse período, os participantes poderão se
inscrever em até duas opções de opções de vaga, especificando suas opções em
ordem de preferência e incluindo a instituição, o local de oferta, o curso e o
turno pretendidos.
Como cada
instituição pode definir seus critérios de seleção, é dever do candidato ficar
atento para as notas mínimas exigidas em cada curso, além da documentação
necessária para a matrícula. A inscrição poderá ser alterada quantas vezes o
candidato quiser até as 23h59 do dia 11, mas somente a última inscrição
confirmada será considerada pelo sistema.
Diariamente, o
sistema emitirá um boletim informando a nota de corte de cada curso, para que o
candidato saiba se sua nota do Enem é
suficiente para concorrer à vaga, e a classificação parcial do candidato, em
seu boletim individual. Porém, a nota de corte não é calculada em tempo real, e
sim uma vez ao dia. Por isso, ela não é uma garantir de que o candidato será
selecionado para a vaga disputada.
VEJA O
CALENDÁRIO DO SISU 2013
|
|
7 a 11 de
janeiro
|
Período de
inscrições doSisu
|
14 de janeiro
|
Primeira
chamada do Sisu
|
18 a 22 de
janeiro
|
Matrícula da
primeira chamada do Sisu
|
28 de janeiro
|
Segunda
chamada do Sisu
|
1º a 5 de
fevereiro
|
Matrícula da
segunda chamada do Sisu
|
28 de janeiro
a 8 de fevereiro
|
Prazo para
participar da lista de espera
|
a partir de
18 de fevereiro
|
Convocação
dos candidatos da lista de espera
|
Como funciona a
seleção?
Após o período de inscrição, o sistema selecionará automaticamente os candidatos com maior pontuação, na quantidade referente ao número de vagas em cada curso. O resultado desta seleção será divulgado na primeira chamada, no dia 14.
Os candidatos
selecionados em sua primeira opção de curso devem fazer a matrícula entre os
dias 18 e 22 de janeiro. Eles não poderão participar das chamadas seguintes.
Quem for
selecionado na segunda opção continuará participando da seleção, inclusive quem
fizer a matrícula no mesmo período, e poderá ser convocado na segunda chamada
para sua primeira opção de curso. A segunda chamada está prevista para o dia
28.
A matrícula dos
convocados na segunda chamada acontece entre 1º e 5 de fevereiro.
Como funciona a
lista de espera?
No dia 28 o Sisu abre as inscrições para a lista de espera, que podem ser feitas até 8 de fevereiro. Para se inscrever, é preciso acessar o sistema durante esse período especificado, no boletim de acompanhamento, clicar no botão que correspondente à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu.
Dessa lista
podem participar tanto quem não foi convocado em nenhuma chamada quanto quem
foi selecionado em sua segunda opção - mesmo tendo feito matrícula. Porém, cada
candidato só poderá disputar as vagas remanescentes relativas à sua primeira
opção.
A lista será
divulgada em 18 de fevereiro. A partir daí, a seleção será feita gradativamente
pelas instituições.
Como a lei de
cotas será aplicada no Sisu?
No ato da inscrição, o candidato também deverá especificar a modalidade de concorrência da qual quer participar. Ele poderá concorrer às vagas reservadas pela Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012.
A lei determina
que, até 2016, 50% das vagas das instituições federais sejam para alunos que
fizeram todo o ensino médio em escola pública. Além disso, metade deste índice
será para alunos com renda familiar até 1,5 salário mínimo. Há ainda um
percentual para estudantes autodeclarados pretos, pardos e indígenas de acordo
com a proporção desta população no estado da instituição, segundo o IBGE.
Em 2013, pelo menos 30% do total de vagas ofertadas
pelas universidades serão preenchidas nestes critérios.
O candidato
inscrito no Sisu pode se inscrever no Prouni?
Sim, mas só podem participar do Prouni quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou foi bolsista integral em uma particular. A seleção do Prouni também será feita usando a nota do Enem 2012.
Porém, apenas
um dos resultados será considerado. Caso o candidato seja aprovado pelo Sisu
para uma vaga em universidade pública, mas também receba uma bolsa de estudos
do Prouni para uma instituição privada, ele terá que optar por apenas uma
delas, já que não é permitido acumular as duas vagas.
O edital com as
datas do Prouni em 2013 será divulgado em janeiro, segundo o MEC.
domingo, 6 de janeiro de 2013
QUAL A DIFERENÇA ENTRE CHARGE, CARTOONS E QUADRINHOS?
Por Fernando A. Moretti
Essas formas de humor são produtos da capacidade que o
ser humano tem de poder ver graça nas pessoas e situações. O humor -
peculiaridade inerente do Homem - se manifesta por meio de gestos, encenações,
olhares, sons e textos.
Num momento inspirado ele faz uma crítica de costumes, de moral, de comportamento social, seja cantando, imitando, encenando uma situação que reflete aquilo que viu e/ou sentiu. Claro que às vezes ele distorce e exagera o fato para dar um toque cômico à sua demonstração, com o intuito apenas de obter o riso. Quando consegue isso, fica satisfeito, pois seu objetivo foi alcançado.
Num momento inspirado ele faz uma crítica de costumes, de moral, de comportamento social, seja cantando, imitando, encenando uma situação que reflete aquilo que viu e/ou sentiu. Claro que às vezes ele distorce e exagera o fato para dar um toque cômico à sua demonstração, com o intuito apenas de obter o riso. Quando consegue isso, fica satisfeito, pois seu objetivo foi alcançado.
Muito hábil, o Homem quando não consegue contar, encenar
ou cantar, usa o desenho. Nesse momento surge a caricatura, uma forma que
existe desde que ele aprendeu a rabiscar nas cavernas,
ou seja: um recurso que inventou para manifestar sua imaginação em relação ao
mundo que o cercava.
Com o tempo surgiu a charge, o cartum e os quadrinhos.
Não é fácil estabelecer uma diferença definitiva entre essas formas de arte.
Vamos tentar:
Caricaturar é deformar as características marcantes de
uma pessoa, animal, coisa, fato, mantendo-as próximas do original para haver
referência na identificação. A caricatura,
em geral, pode ser usada como ilustração de uma matéria (fato), mas quando esse
"fato" pode ser contado inteiramente numa forma gráfica, é chamado de charge.
Portanto, a charge nasceu da caricatura. Isso foi no século XIX, quando o
desenhista francês Honoré Daumier criticava implacavelmente o governo da época
com seu traço ferino no jornal La Caricature. Ao invés de escrever nomes ou
descrever fatos ele ia à carga (charge = ataque) e impunha uma
"opinião" traduzindo ou interpretando os fatos em imagens sintéticas
que misturavam pessoas (figura social), vestimentas (classe social) e a
situação (cenário).
Os jornais logo perceberam o potencial da charge para noticiar atacando as áreas: política, esportiva, religiosa, social. O público adorou. A partir daí a charge virou "forma de expressão" passando a ser arte e... arma! A forma gráfica da charge pode ter uma imagem (a mais comum) e também ter uma sequência de duas ou três cenas ou estar dentro de quadrinhos ou totalmente aberta, com balões ou legendas. Entretanto, essa poderosa arma está ligada aos costumes de uma época e região. Se for transportada para fora desse ambiente, a charge perde o impacto, pois é feita para compreensão imediata daqueles que conhecem os símbolos e costumes usados na referência. Essa é uma limitação da charge, pois torna-a temporal e perecível. Mas tem uma vantagem: dependendo de sua força informativa, pode ocupar o lugar de uma matéria ou artigo. Por isso, hoje, é merecidamente definida como um "artigo assinado".
Os jornais logo perceberam o potencial da charge para noticiar atacando as áreas: política, esportiva, religiosa, social. O público adorou. A partir daí a charge virou "forma de expressão" passando a ser arte e... arma! A forma gráfica da charge pode ter uma imagem (a mais comum) e também ter uma sequência de duas ou três cenas ou estar dentro de quadrinhos ou totalmente aberta, com balões ou legendas. Entretanto, essa poderosa arma está ligada aos costumes de uma época e região. Se for transportada para fora desse ambiente, a charge perde o impacto, pois é feita para compreensão imediata daqueles que conhecem os símbolos e costumes usados na referência. Essa é uma limitação da charge, pois torna-a temporal e perecível. Mas tem uma vantagem: dependendo de sua força informativa, pode ocupar o lugar de uma matéria ou artigo. Por isso, hoje, é merecidamente definida como um "artigo assinado".
O cartum veio
depois da charge e é diferente. A palavra inglesa "cartoon"
significa: cartão, papelão duro, e deu origem ao termo cartunist, ou seja:
desenhista de cartazes. No Brasil, o cartum também é uma forma de expressar
ideias e opiniões, seja uma crítica política, esportiva, religiosa, social. O
desenho pode ter uma imagem (isolado), duas ou três (sequenciado) dentro de
quadrinhos ou aberto; pode ter balões, legendas e se beneficiar de temas fixos.
Alguns cartuns têm caricatura, mas é muito raro - a não ser quando usado para
satirizar figuras históricas conhecidas (Hitler, Napoleão, etc.).
A forma do Cartum é universal, atemporal e não-perecível.
Qualquer leitor do mundo ri com o náufrago, o amante dentro do armário, brigas
entre anjo e diabo, gato e cachorro, marido e mulher. Os temas: ET's, amor,
esportes, família e pesca, são muito explorados. O comportamento geral de
políticos, militares e religiosos também, pois não é preciso definir seus
países, uma vez que agem de forma igual. Num jornal, o cartum pode até ilustrar
uma matéria (ilustração), porém muito raramente ocupará o lugar de um artigo
assinado como a ferina e combativa charge.
Claro que a sequência narrativa do cartum está próxima à
dos quadrinhos - principalmente quando se desenrola em várias cenas -, mas isso
não o torna quadrinho, pois falta-lhe personagem fixo e elenco. Por outro lado,
o cartum pode ser feito com apenas um quadro (cena) e os quadrinhos não (com
exceção da tira).
Os quadrinhos têm
personagens e elenco fixos, narrativa sequencial em quadros numa ordem de tempo
onde um fato se desenrola através de legendas e balões com texto pertinente à
imagem de cada quadrinho. A história pode se desenvolver numa tira, numa página
ou em duas ou em várias páginas (revista ou álbum). É óbvio que para uma
história ser em quadrinhos ela precisa ter no mínimo dois quadrinhos (ou
cenas). A tira diária
é uma exceção, pois, às vezes, a história pode ser muito bem contada em 1 só
"quadrinho" (o espaço da própria tira), mas isso não a torna um
cartum, apesar da proximidade.
Uma História em Quadrinhos é ampla e maleável. Pode ser
temporal, atemporal, regional, política, policial, científica, social, erótica,
esportiva, esotérica, histórica, infantil, adulta, underground, terror e de
humor. Utiliza figuras humanas perfeitas ou destorcidas (caricaturadas),
animais humanizados, homens animalizados, bonecos, objetos, etc.
Alguns diretores de cinema, antes de fazer um filme,
quadrinizam as ações - como o caso de George Lucas em "Guerra na
Estrelas". Por outro lado, algumas editoras quadrinizam um filme de sucesso
e vendem a história em bancas em forma de revista.
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sábado, 5 de janeiro de 2013
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