sexta-feira, 6 de outubro de 2017

SEU SUCESSO DEPENDE DO TREINO! MAIS UM TEMA:

Cultura do estupro no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: “Cultura do estupro no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto I
O que é a cultura do estupro?
O termo foi cunhado na década de 70 por feministas americanas e, de acordo com o Centro das Mulheres da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, é utilizado para descrever um ambiente no qual o estupro é predominante e no qual a violência sexual contra as mulheres é normalizada na mídia e na cultura popular.
Ao disseminar termos que denigrem as mulheres, permitir a objetificação dos corpos delas e glamourizar a violência sexual, a cultura do estupro passa adiante a mensagem de que a mulher não é um ser humano, e sim uma coisa. "Vivemos em uma sociedade patriarcal que considera que nós mulheres somos ou sujeitos de segunda categoria, ou em alguns casos, que não somos sujeitos e podemos ser utilizadas ou destruídas", explica Izabel Solyszko, que é professora, assistente social e doutoranda em Serviço Social na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
(Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/06/6-coisas-que-voce-precisa-entender-sobre-cultura-do-estupro.html - Acesso em: 18 ago. 2017).

Texto II
Quando se fala em estupro, há um imaginário comum por trás dessa ação que é quase cinematográfico. É mais fácil imaginar que os praticantes desse crime são monstros, pessoas mentalmente desequilibradas, pessoas que já estão marginalizadas pela sociedade e que nem possuem tanta noção do que estão fazendo.
Infelizmente, a realidade está distante do que aparece nos filmes. Segundo dados levantados numa nota técnica do IPEA em 2014, mais de 50% dos estupros sofridos por crianças e adolescentes foram praticados por pessoas conhecidas, como pais, padrastos, namorados e amigos. Em adultos, os estupros praticados por conhecidos são quase 40% dos casos.
O estupro configura-se num crime contra a liberdade sexual. Popularmente, as pessoas entendem o estupro como um ato sexual não consensual. Essa interpretação é equivocada porque no próprio Código Penal o conceito de estupro é mais amplo. Ele é classificado como o ato de “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso” (Art. 213 da Lei Nº 12.015/2009). “Ato libidinoso” refere-se a qualquer ação que tem como objetivo a satisfação sexual. Ou seja, não tem a ver somente com o ato sexual em si.(Disponível em: http://www.politize.com.br/atualidades/como-assim-cultura-do-estupro/ - Acesso em: 18 ago. 2017).

Texto III
Encerrando o Mês da Mulher, o Ipea realizou nesta quinta-feira, 27, um seminário em Brasília para apresentação de estudos que tratam da violência contra o sexo feminino. Além de uma edição do Sistema de Indicadores de Percepção Social, foi apresentada a Nota Técnica Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde. É a primeira pesquisa a traçar um perfil dos casos de estupro no Brasil a partir de informações de 2011 do Sistema de Informações de Agravo de Notificação do Ministério da Saúde (Sinan).

Com base nesse sistema, a pesquisa estima que no mínimo 527 mil pessoas são estupradas por ano no Brasil e que, desses casos, apenas 10% chegam ao conhecimento da polícia. A Nota Técnica é assinada pelo diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia, Daniel Cerqueira, que fez a apresentação, e pelo técnico de Planejamento e Pesquisa, Danilo Santa Cruz Coelho.
Os registros do Sinan demonstram que 89% das vítimas são do sexo feminino e possuem, em geral, baixa escolaridade. Do total, 70% são crianças e adolescentes. “As consequências, em termos psicológicos, para esses garotos e garotas são devastadoras, uma vez que o processo de formação da autoestima - que se dá exatamente nessa fase - estará comprometido, ocasionando inúmeras vicissitudes nos relacionamentos sociais desses indivíduos”, aponta a pesquisa.
(Disponível em: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id =21849 - Acesso em: 18 ago. 2017).

sábado, 30 de setembro de 2017

OUTRO TEMA POSSÍVEL PARA O ENEM 2017

PROPOSTA: Como enfrentar o dilema da nomofobia no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema: Como enfrentar o dilema da nomofobia no Brasil. Apresente proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Texto I


Texto II
“Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez.” (Simone de Beauvoir)

Texto III

31/10/12 07:00 Atualizado em16/09/15 10:24

Nomofobia: doença provoca dependência do celular. Aprenda a perceber os sintomas

Quantas vezes você já se pegou checando e-mails pelo celular no horário do almoço? Ou verificando, a cada cinco minutos, se chegou uma nova mensagem de texto? Se você se identifica com as situações acima, cuidado: esses podem
ser sinais da nomofobia — síndrome em que o paciente fica dependente do telefone ou da internet.
— Aquela pessoa que usa muito o celular por causa do trabalho, ou por algum outro motivo, não necessariamente tem a doença. Mas se o esquecimento do aparelho em casa já é suficiente para gerar um sofrimento, é preciso procurar ajuda — explica a pesquisadora do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da UFRJ, Anna Lucia Spear King.
A PhD em Saúde Mental estudou o tema em sua tese de doutorado. No estudo, 34% dos entrevistados sem problemas psicológicos afirmaram ter alto grau de ansiedade sem o telefone por perto. E 54% disseram ter "pavor" de passar mal
na rua sem o celular.
— A nomofobia não costuma aparecer sozinha. Em geral, está associada aos transtornos de ansiedade, que podem ser síndrome do pânico, transtorno bipolar, estresse pós-traumático, entre outros. Tratando essas doenças com remédios e terapia, a nomofobia também desaparece.
(...)

Vício Global
Uma pesquisa feita pela revista "Time" e pela Qualcomm, em diversos países, mostrou que o uso do celular está cada vez mais intenso. Dos cinco mil participantes, 79% disseram que se sentem mal sem o telefone. No Brasil, 58%
afirmaram que usam o celular a cada 30 minutos e 35% a cada dez minutos.(Fonte: https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/nomofobia-doenca-provoca-dependencia-do-celular-aprenda-perceber-os-sintomas-6593799.html)


Texto IV

terça-feira, 26 de setembro de 2017

GUIA DO ESTUDANTE DIZ:


Professores indicam temas para a redação do Enem 2017

Meio ambiente e fake news estão entre as apostas dos professores

Por Paulo Montoia

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma das coisas aguardadas com mais ansiedade pelos vestibulandos. Não há como adivinhar qual será o de 2017, mas pedimos a coordenadores de diferentes cursinhos que dessem sugestões de temas aos quais vale a pena ficar de olho.
Embora as apostas tenham variado, quase todas tinham algo em comum: tratam de questões sociais, seguindo o que seria uma tendência observada nos dois temas das provas de 2016, a intolerância religiosa e a racial. 

Cyber bullying (Highwaystarz-Photography)
Educação: Bullying – O assunto ficou em destaque com a série 13 Reasons why, exibida na Netflix, sobre uma garota que comete suicídio porque, entre outros motivos, sofreu bullying na escola. Como outros temas da prova, este também recebeu lei específica e recente do governo federal (lei 13.185/2015). “Seria uma forma leve de abordar um tema de educação, área que nunca foi abordada na prova, e que está na pauta do dia do país junto com outros fatos de impacto político e social”, diz Thiago Braga, professor e coordenador de redação do Colégio e Cursinho pH, do Rio de Janeiro.
Internet: Notícias falsas – As notícias falsas (fake news) ganharam maior destaque após influenciarem importantes fatos políticos, como a acirrada vitória de Donald Trump nas eleições dos Estados Unidos, e o resultado do plebiscito Brexit, que definiu a saída do Reino Unido da União Europeia, ambos fatos marcados por inúmeras notícias falsas divulgadas na internet. O mesmo já ocorrera no Brasil nas eleições de 2014. A disseminação dessas notícias levou os gigantes Google e Facebook a adotar medidas de controle do que é veiculado. A aposta é de Ana Paula Dibbern, professora de Português e Redação do Cursinho Maximize, em São Paulo.
Veja também
Tecnologia e sociedade: Tecnovícios – a relação viciante que os brasileiros experimentam no uso de telefones celulares multimídia. O uso intenso de smartphones envolve inúmeros aspectos, como na família, em educação, na saúde e no trânsito, entre outros. A dica é do professor Sérgio de Lima Paganim, Supervisor de Português do Curso Anglo, em São Paulo.
Saúde: Obesidade – Ela está em crescimento no país. Segundo a última pesquisa por amostragem, feita por telefone pelo Ministério da Saúde, nos últimos dez anos a obesidade subiu de 11,8% das pessoas consultadas para 18,9%. Mais da metade dos consultados (53,8%) disseram que estão com excesso de peso; há dez anos eram 42,6%. Foram ouvidas mais de 53 mil pessoas com 18 anos ou mais de idade.
“A redação do Enem costuma funcionar como forma de conscientizar as pessoas sobre o tema escolhido. As famílias, país afora, discutem o assunto que caiu na prova. É o que aconteceu com a questão da persistência da violência contra a mulher, por exemplo. Na esfera da saúde do brasileiro, temos dois dados bastante preocupantes: o crescimento da obesidade e também o das ocorrências de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)”, destaca Dibbern, do Maximize. O tema é também aposta de Braga, do Curso pH.
Emissão de fases do efeito estufa e lixo: problemas ambientais poderão ser tema da redação (M.Baisan/iStock)
Meio ambiente: responsabilidade ambiental – “Após episódios como o rompimento da barragem de rejeitos em Mariana, o corte de recursos do Fundo Amazônia pelo governo da Noruega, a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o Aquecimento Global, entre outros fatos, os temas ligados à questão ambiental ganharam destaque e podem aparecer na redação. Dentre os recortes possíveis, merecem atenção a poluição urbana em lixo e transporte, o desmatamento e a geração de energia”, aposta Dibbern.
“Se quiserem falar da questão ambiental e fugir do polêmico tema Amazônia, eles vão abordar a questão do lixo e da reciclagem. O país quase não faz coleta seletiva de lixo e recicla pouco. Acho que esse tema viria endereçado a uma questão geral, como a responsabilidade das empresas, ou a necessidade de difusão de uma cultura de coleta seletiva e de reciclagem”, avalia Braga, do pH. Paganim, do Anglo, também avalia os temas de Meio Ambiente como fortes para cair na prova.
Outros temas citados:
Internet: a polarização de posições e opiniões nas redes sociais.
Patrimônios imateriais: como preservar e valorizar elementos culturais das matrizes africanas e indígenas.
Presídios superlotados: como garantir dignidade e oportunidades fora da criminalidade para pessoas privadas de liberdade.
Preconceito linguístico; desafios da mobilidade urbana; a ocupação dos espaços públicos; e respeito aos direitos do público LGBT.
Sérgio de Lima Paganim, do Curso Anglo, tece ainda um comentário e uma dica:
“Há uma ambiguidade em discutir temas possíveis para a redação, pois o tema será o recorte de um grande assunto que envolveu a vida nacional nos anos recentes. Por um lado, uma indicação nossa pode alertar o candidato menos preparado para a necessidade de se informar e de se preparar melhor para a prova. Por outro, quando esse grande assunto vira tema da redação, ele recebe um recorte e ali, no momento da prova, é crucial observar o enfoque e a coletânea preparada pela banca que especificam esse recorte. Por isso, recomendo que, nessa reta final, os candidatos busquem provas anteriores e façam um exercício de leitura de cada recorte apresentado, no Enem e em outros vestibulares”.
 Também colaboraram nesta reportagem: Eclícia Pereira, do Cursinho da Poli, Gabriela Carvalho, do Curso Poliedro, Luciano Ricardo Segura, do Curso Intergraus, e Ivan Paganotti, do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

VENHA PARA MAIS UM TEMA!

TEMA DE REDAÇÃO: A QUESTÃO DA XENOFOBIA NO BRASIL

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A questão da xenofobia no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

 

TEXTO I

Mohamed Ali, refugiado sírio residente no Brasil há três anos, foi hostilizado e agredido verbalmente em Copacabana, região nobre do Rio de Janeiro, onde trabalha vendendo esfihas e doces típicos.  Em vídeo publicado nas redes sociais é possível ver um homem exaltado que grita repetidas vezes “sai do meu País!”, ostentando dois pedaços de madeira nas mãos e ameaçando o refugiado. “O nosso país tá sendo invadido por esses homens bombas, que matam crianças”, diz, em discurso xenofóbico. […] Ali manifestou-se nos comentários do vídeo. “Eu, Mohamed, sou este rapaz que foi humilhado. Estou aqui faz três anos. Vim pro Brasil porque eles abriram as portas para todos os refugiados. Todos os meus amigos estão trabalhando. Estamos trabalhando arduamente. Estou muito sentido porque nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo”, afirmou, no comentário que já recebeu 2,2 mil likes. (Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/politica/saia-do-meu-pais-agressao-a-refugiado-no-rio-expoe-a-xenofobia-no-brasil Acesso em 11 agosto 2017)

 

TEXTO II

No Brasil, xenofobia é crime tipificado na lei 9.459, de 1997. Seu primeiro artigo diz: serão punidos, na forma desta lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.  “Vim com amor, porque os amigos sempre diziam que o Brasil aceita muito outras culturas e religiões e as pessoas são amáveis e todos os refugiados procuram paz. Não sou terrorista, se eu fosse, eu não estaria aqui, estaria lá lutando como eles fazem”, afirma, agradecendo a todos que o defenderam. Apesar da fama de “cordial” e de receber bem imigrantes, o aumento das denúncias mostra um lado triste do Brasil. Entre 2014 e 2015, os casos aumentaram 633%, pulando de 45 para 333 registros recebidos pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, via plataforma Disque 100. Na Justiça, quase não há registros de denúncias que prosseguiram ou de xenófobos punidos.  Olhando os dados de 2015 mais de perto, vê-se que os principais alvos de preconceito são os refugiados. As principais vítimas são haitianos (26,8%), depois pessoas de origem árabe ou de religião muçulmana (15,45%). (Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/politica/saia-do-meu-pais-agressao-a-refugiado-no-rio-expoe-a-xenofobia-no-brasil Acesso em 11 agosto 2017.)

 

TEXTO III 

O Ministério da Justiça lançou, nesta terça-feira (13), a segunda etapa da campanha de sensibilização e informação contra a xenofobia, o preconceito e a intolerância a imigrantes. A iniciativa é parte do esforço do governo para o acolhimento a estrangeiros que vivem no País e sofrem preconceito. A campanha é exclusiva para as redes sociais e será feita por meio das hashtags #EuTambémSouImigrante e #XenofobiaNãoCombina. (Disponível em: http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2015/10/campanha-vai-combater-xenofobia-e-intolerancia-a-imigrantes-nobrasil  Acesso em 11 agosto 2017)

 


TEXTO IV


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

LÁ VEM MAIS UM TEMA!

PROPOSTA DE REDAÇÃO: O AUMENTO DA DEPRESSÃO ENTRE OS JOVENS NO BRASIL

DANIEL MACHADO SETEMBRO 11, 2016, SOCIEDADE

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: O aumento da depressão entre os jovens no Brasil. Apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I
Depressão é uma doença crônica, recorrente, muitas vezes com alta concentração de casos na mesma família, que ocorre não só em adultos, mas também em crianças e adolescentes. O que caracteriza os quadros depressivos nessas faixas etárias é o estado de espírito persistentemente irritado, tristonho ou atormentado que compromete as relações familiares, as amizades e a performance escolar.(…)
Em pelo menos 20% dos pacientes com depressão instalada na infância ou adolescência, existe o risco de surgirem distúrbios bipolares, nos quais fases de depressão se alternam com outras de mania, caracterizadas por euforia, agitação psicomotora, diminuição da necessidade de sono, ideias de grandeza e comportamentos de risco.
Antes da puberdade, o risco de apresentar depressão é o mesmo para meninos ou meninas. Mais tarde, ele se torna duas vezes maior no sexo feminino. A prevalência da enfermidade é alta: depressão está presente em 1% das crianças e em 5% dos adolescentes. (Disponível em http://drauziovarella.com.br/crianca-2/depressao-na-adolescencia/, acesso em 24 jul. 2015)

TEXTO II
A descoberta de um exame capaz de diagnosticar a depressão foi anunciada em setembro de 2014 por um grupo de pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos. Segundo o estudo, publicado no periódico especializado “Translational Psychiatry”, é possível identificar a doença por meio de marcadores biológicos encontrados no sangue. Foram examinados 64 voluntários e os resultados foram promissores. Agora, os autores se preparam para uma segunda fase de testes: a ideia é validar o achado com uma população maior de pacientes. (Disponível em http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2015/04/12/depressão-na-adolescencia-nao-e-frescura-conheca-11-sinais.htm, acesso em 24 jul. 2015)

TEXTO III

(Disponível em http://www.appp.com.br/blog/depressao-mentes-cada-vez-mais-doentes/1173/,acesso em: 24 jul. 2015)

TEXTO IV

Se, durante o século XIX e começo do XX, a histeria era a forma mais evidente de sofrimento, no século XXI esse espaço foi tomado pela depressão. Expressa na ausência de vontade e de projetos futuros, não é exagero chamá-la de epidemia. Em 2000, um relatório da Organização Mundial da Saúde já previa que 15% da força de trabalho mundial abandonaria seus postos por motivos relacionados à doença. No Brasil, o número de quadros depressivos cresceu impressionantes 705% em 16 anos. O problema atinge principalmente a juventude. (Disponível em http://www.cartanaescola.com.br/single/ show/439, acesso em 24 jul. 2015)

sábado, 5 de agosto de 2017

TEMA ATUAL PARA PRATICAR!

PROPOSTA de Redação: Homofobia em questão no Brasil

DANIEL MACHADO SETEMBRO 16, 2015.

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Homofobia em questão no Brasil. Apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

(Disponível em: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/o-mapa-da-homofobia-no-mundo.html Acesso em 19 jun. 2015)

TEXTO II
A homofobia, que ainda não é considerada crime no país, provocou pelo menos 216 assassinatos de janeiro até o dia 21 de setembro deste ano, de acordo com o levantamento do Grupo Gay da Bahia, que, na ausência de informações oficiais sobre uma prática que não é discriminada nos boletins de ocorrência, é referência sobre o tema no país.
Segundo o grupo, em 2013, o número de assassinatos chegou a pelo menos 312 — o que corresponde a uma morte a cada 28 horas. (Disponível em: http://oglobo.globo.com/brasil/no-brasil-homofobia-matou-ao-menos-216-em-2014-14087682 Acesso em 19 jun. 2015)

TEXTO III


(Disponível em: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/28476-charges-setembro-2014#foto-437530 Acesso em: 19 jun. 2015)

TEXTO IV
Mais da metade dos 513 deputados que assumem a Câmara a partir deste domingo (1º) é favorável a transformar em crime a prática da homofobia (discriminação contra homossexuais). Levantamento do G1 indica que 261 (50,8%) apoiam a punição a quem praticar ato discriminatório; 136 (26,5%) são contra; e outros 116 (22,6%) não responderam.
A criminalização da homofobia causou polêmica na disputa presidencial no ano passado. Em agosto, um dia após divulgar seu programa de governo, a então candidata a presidente pelo PSB, Marina Silva, retirou o trecho que defendia um projeto em tramitação no Congresso que criminaliza a homofobia.

À época, a assessoria da campanha de Marina informou em nota que o texto inicialmente divulgado não retratava “com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema durante as etapas de formulação do plano de governo”. (Disponível em: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/01/mais-da-metade-dos-deputados-apoia-criminalizar-homofobia.html Acesso em: 19 jun. 2015)

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

MAIS UM TEMA DE REDAÇÃO!

PROPOSTA DE REDAÇÃO: A MUDANÇA É INTERNA!

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: “A mudança é interna: se o ser não muda, o mundo tampouco muda!", apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTOS DE APOIO:

I - “A mudança começa de dentro para fora e é uma decisão somente tua. Então, identifique o que te incomoda e depois estipule metas a serem cumpridas.” (O Segredo)

II - “Quando você tem oportunidade de roubar R$ 0,50 (cinquenta centavos) tirando fotocópia pessoal na máquina de xerox do trabalho, você não perde a oportunidade.
Quando você tem oportunidade de roubar R$ 5,00 (cinco reais) levando para casa a caneta da empresa, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 25,00 (vinte e cinco reais) pegando uma nota mais alta na hora do almoço para a empresa reembolsar, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 50,00 (cinquenta reais) de um artista comprando um DVD pirata, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 250,00 (duzentos e cinquenta) comprando uma antena desbloqueada que pega o sinal de satélite de todas as TV’s a cabo, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 469,99 da Microsoft baixando um Windows crackeado num site ilegal, você não perde a oportunidade.
Quando você tem a oportunidade de roubar R$ 2.000,00 (dois mil) escondendo um defeito do seu carro na hora de vendê-lo enganando o comprador, você não perde a oportunidade.
E você não perde nenhuma oportunidade, devolve a carteira, mas rouba o dinheiro, sonega imposto de renda, dá endereço falso para adquirir benefícios que não têm direito, etc., etc., etc...
Bom, se você trabalhasse no Governo, e caísse no seu colo a oportunidade de roubar R$ 1.000.000,00 (um milhão), com certeza, como você não perde uma oportunidade, iria aproveitar mais esta. Tudo é uma questão de acesso e oportunidade.
O povo brasileiro precisa entender que o problema do Brasil não são só a meia dúzia de políticos no poder lá em cima, pois eles são apenas o reflexo dos quase 200 milhões de oportunistas aqui embaixo. Os políticos de hoje, foram os oportunistas de ontem.” (ANÔNIMO)

III – “Mudanças são pessoais e intransferíveis. É um processo que ocorre dentro da gente, por isso devemos assumir total responsabilidade por elas. Precisamos estar comprometidos. Temos muita dificuldade em mudar nossa forma de pensar e de agir. Todos nós, em maior ou menor grau, temos muita resistência a isso.
Na verdade, a mudança nos tira da zona de conforto e de segurança e, por isso, são incômodas, mas são necessárias para sairmos da estagnação e evoluirmos, alcançando outros degraus.
Para mudar é necessário, antes de tudo, conhecermo-nos melhor. Identificar nossos padrões de pensamentos e como eles interferem em nossos comportamentos.
A verdadeira mudança se inicia no modo de pensar, quando nos conscientizamos de que somos fruto do que pensamos. Identificar os pensamentos que bloqueiam nosso desenvolvimento é o primeiro passo que nos levará a uma nova forma de agir.
Quando nos conhecemos o suficiente para sabermos quem somos, identificando qualidades, potenciais, fraquezas, valores e propósitos de vida, facilitamos o acesso ao nosso poder pessoal, utilizando toda a nossa energia criadora que transformará nossas intenções em ações efetivas.
Assumir uma postura de respeito a nossa integridade pessoal, através do autoconhecimento, permitirá que a mudança ocorra de uma forma saudável, gerando resultados positivos.” (A Mudança Começa Dentro de Nós, Andrea Malta. Disponível em: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos/a-mudanca-comeca-dentro-de-nos-34525.html, publicado em 5/2/2013)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

MAIS UM TEMA SAINDO DO FORNO!!!

Somos todos corruptos?

Antonio Carlos Olivieri, da Página 3 Pedagogia & Comunicação 31/12/2016


Nos últimos anos, houve muitas manifestações contra a corrupção em praticamente todos os estados brasileiros. No entanto, o problema não se limita ao âmbito político e está disseminado nacionalmente.

Uma foto que viralizou nas redes sociais – com mais de 70 mil curtidas e 15 mil compartilhamentos – gerou um debate sobre as pequenas corrupções do dia-a-dia e o popular "jeitinho brasileiro". "As pessoas defendem o fim da corrupção, mas não se dão conta de que suas próprias atitudes são corruptas", foi a conclusão a que chegou a autora da foto em questão.
Você concorda com ela? De fato, há muita gente que considera a gigantesca corrupção no âmbito político – que atinge os três poderes da República, bem como governos estaduais e municipais, – como um reflexo de uma atitude comum à maioria dos brasileiros: a malandragem, o "jeitinho", a vontade de levar vantagem em tudo. O que você pensa disso? Acredita que há corrupção em todos os níveis da sociedade brasileira? Somos todos corruptos? Ou isso é somente um estereótipo, uma imagem que, de fato, não nos reflete como povo? Afinal, nós, brasileiros, somos honestos ou desonestos?
Redija uma dissertação argumentativa, expondo e defendendo seu ponto de vista sobre o assunto.

Isotônico grátis
(...)
A imagem retrata uma mulher que, munida de uma sacola, teria usado a identidade de várias amigas para apanhar a maior quantidade de bebida isotônica em uma campanha de distribuição gratuita do produto na rua.
O episódio foi relatado pela paulistana Natália Bilibio, 27, em sua conta pessoal no Facebook. Ela conta que estava em um ponto de ônibus no fim da tarde da última quinta (8), perto da avenida Paulista, em São Paulo, aguardando a condução de volta para casa, quando observou uma cena que a deixou "indignada".
"Vi uma mulher com uma sacola de pano, dessas de supermercado, usando os CPFs de amigas para retirar o maior número possível de Gatorades (marca de bebida isotônica) de uma máquina instalada ao meu lado", relembra Natália à BBC Brasil.
A campanha, do banco Santander, distribuía o produto gratuitamente a pedestres. A única exigência para obtê-lo era digitar o CPF. "Vi a máquina sendo abastecida no dia anterior. Inicialmente, ela entrou na fila e pegou dois Gatorades. Em seguida, começou a ligar para as amigas e pedir o CPF delas para pegar mais e mais. Não me contive e a repreendi", diz Natália.
"Perguntei se ela estava com a consciência tranquila. Ela disse que sim. A partir daí, começou a me xingar e gritar comigo", completa. Natália acrescenta que, como voltou à fila diversas vezes, a mulher acabou com o estoque do produto.
"Pelas minhas contas, ela deve ter pego, no mínimo, dez Gatorades. Pessoas que chegaram depois não conseguiram mais pegar a bebida", avalia. "Nossa discussão durou cerca de dez minutos, até eu tomar o ônibus de volta para casa. Ela continuou me xingando e gritando da rua", acrescenta.
Ao voltar para casa, Natália decidiu postar a foto. "As pessoas defendem o fim da corrupção, mas não se dão conta de que suas próprias atitudes são corruptas", sentencia Natália.
Em seu Facebook, os usuários criticaram a atitude da mulher. A BBC Brasil não conseguiu ouvir sua versão dos fatos uma vez que a identidade da mulher não foi revelada.
"Como teremos um governo decente se as pessoas pensam dessa maneira? Lembrem-se de que a mudança deve começar por nós, pela base!", escreveu um usuário.
"O problema do Brasil é o brasileiro", acrescentou outro.
"O famoso ditado 'farinha pouca, meu pirão primeiro'. Muito feio. Não é o mundo que está difícil e ruim. São as pessoas que habitam nele que estão se tornando cada vez mais intratáveis e menos altruístas. Pobres de espírito, pobres de afeto pelo próximo", descreveu uma usuária. [Folha de S. Paulo, editado, 2016]

Observações
§  Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa.
§  Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa.
§  Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração.
§   A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

NOVO TEMA FRESQUINHO!

A quem cabe a responsabilidade sobre a escolha alimentar da população?

Em 2008, o Ministério da Saúde lançou uma ofensiva para tentar regulamentar a propaganda de alimentos que apresentassem altos teores de açúcar, sal e gordura. Entre as propostas estavam a restrição do horário de veiculação de anúncios desses produtos e a exigência de divulgação de mensagens de alerta sobre os males desses ingredientes como: "O consumo excessivo de gordura aumenta o risco de desenvolver diabetes e doença do coração”. O ministério alegava tratar-se de um problema de saúde pública, uma vez que as crianças são o alvo principal da propaganda desses produtos. Porém, como não foi criada nenhuma lei específica até o momento, os projetos não entraram em vigor. O índice de obesidade infantil cresce todos os anos e, diante disso, é possível perguntar: o governo deveria criar alguma lei para controlar as propagandas das redes de fast-food? A quem cabe, afinal, a responsabilidade sobre a escolha alimentar da população? Ao governo, à família, à sociedade?

Lei do fast-food

Depois de seis meses de queda de braço entre a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e a indústria de alimentos, a área jurídica do governo se prepara para dar "ganho de causa" ao setor privado.

Em junho, a agência baixou resolução determinando que a propaganda de refrigerantes e de alimentos com elevados índices de açúcar, sódio e gordura saturada ou trans trouxesse advertência sobre os riscos à saúde, em caso de consumo excessivo. As crianças eram o alvo da medida. A AGU (Advocacia-Geral da União), porém, tem pronto parecer final em que corrobora a visão da indústria de que a exigência só vale se o Congresso aprovar lei específica sobre o tema. [Folha de S. Paulo, 16 de janeiro de 2011]
 

Fast-food do bem?

Esta é para deixar pais e especialistas de cabelo em pé: a obesidade infantil aumentou cinco vezes nos últimos 20 anos e hoje atinge cerca de 15% dos baixinhos brasileiros, ou cerca de 5 milhões de crianças. Quem garante é a Sociedade de Pediatria de São Paulo. Dados do gênero explicam por que todos apontam o dedo em riste para a dobradinha hambúrguer e batata frita, ícones da chamada comida trash, que a garotada devora num piscar de olhos. A boa notícia é que uma luz de esperança começa a brilhar nesse cenário tão sombrio.

Em resposta à acusação, o cardápio dessas fábricas de delícias gordurosas está abrindo espaço para itens praticamente impensáveis há alguns anos, como saladas, sucos, grelhados, queijinhos e até frutas. O movimento é mais forte nos Estados Unidos, mas felizmente a tendência já está desembarcando por aqui, mesmo que timidamente. “Devido aos altos índices de obesidade e de doenças crônicas, essa providência, mais do que desejável, é necessária”, opina a nutricionista Bianca Chimenti, da Nutrociência, em São Paulo. É um começo, mas, segundo a especialista, ainda não é o suficiente. “Precisamos de campanhas de educação alimentar para pais e filhos”, diz Bianca.

É proibido proibir

Vamos ser francos. Não dá para riscar da vida dos filhos os sanduíches e os milk shakes. Fazer isso seria também privá-los do convívio social, porque se tem um programa que a garotada adora é ir com a turma à lanchonete. “Em vez de proibir, o melhor é controlar esse tipo de alimento”, argumenta Fábio Ancona Lopez, professor titular do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Por serem muito gordurosas e pobres em fibras, vitaminas e minerais, o ideal é que essas comidas sejam consumidas uma ou duas vezes por mês”, sugere.

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Tem razão, as crianças às vezes vencem pelo cansaço. Para o bem delas, resista, explique, eduque. A nutricionista Tânia Rodrigues, da RG Nutri Consultoria Nutricional, em São Paulo, ensina o caminho das pedras:

1. Lanchonete todos os dias, só em sonhos. Deixe isso muito claro.
2. Sugira lanches sem muito recheio, como o cheeseburguer ou o cheese-salada. Se puder, suma com a maionese, muito rica em gordura. O cachorro-quente é uma boa pedida, desde que venha com pouco acompanhamento.
3. Uma generosa porção de fritas pode perfeitamente ser compartilhada por duas ou três pessoas. Não precisa mais do que isso para matar a vontade.
4. Se o pequeno insistir no refrigerante, tudo bem. Mas proponha substituí-lo por suco de frutas ou água.
5. Outra troca justa: a maionese pelo trio ketchup, mostarda e picles para incrementar o sanduíche.
6. É milk-shake ou batata frita. Ambos é overdose de calorias. [Saúde]

Fast food, obesidade e colesterol

Para verificar os efeitos de uma dieta baseada em fast-food, o norte-americano Morgan Spurlock decidiu passar um mês se alimentando exclusivamente de hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes – de preferência com as maiores porções disponíveis no cardápio. O resultado foram 11 quilos a mais, aumento do colesterol e sintomas variados como náuseas e fraqueza. A gordurosa saga foi registrada em “Super size me - A dieta do palhaço” (2004), filme que divertiu ao mesmo tempo em que chocou plateias em todo o mundo.

Um estudo feito por pesquisadores de diversas instituições norte-americanas, publicado na revista médica “The Lancet”, mostra de forma categórica que tal dieta realmente faz mal à saúde. [Agencia Fapesp, 04/01/2005]

Observações

·         Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
·         Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa;
·         Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração;
·         Não esqueça de dar uma intervenção ao problema enfocado.