Mostrando postagens com marcador Vitória. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vitória. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 4 de julho de 2016
sexta-feira, 12 de julho de 2013
MAIS UMA DO CHICO...
Quando você conseguir superar graves problemas de
relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na
alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não
pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que
permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas
boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade, e
lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um
emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma
refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas
viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter
pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o
necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa
sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz
na escola da vida.
A sabedoria superior tolera; a inferior, julga.
A superior, alivia; a inferior, culpa.
A superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe
escutar!
Chico
Xavier
BOM FINAL DE SEMANA!
terça-feira, 9 de abril de 2013
SERÁ QUE CHEGA ATÉ A COPA?
![]() |
| Interior da Arena Fonte Nova. |
Com a reinauguração da (Itaipava?)
Arena Fonte Nova, um amigo confidenciou-me: não dou dois meses para estar tudo
destruído. Fui mais otimista: no primeiro rebaixamento de ambos – Bahia ou
Vitória – os torcedores destruirão os assentos, farão das barras de ferro armas
e invadirão o campo arrasando com tudo!
Em primeiro lugar, é uma infelicidade
tremenda chamar um estádio de futebol de “arena”. Parece um retorno à barbárie,
quando nas arenas da antiguidade se esfolava, matava, queimava etc., por mera
distração dos imperadores entediados, além de diversão e alienação das massas.
Mas a verdade é que nós, brasileiros,
não temos a educação anglo-saxônica que a Fifa impõe em competições internacionais.
Se na Europa os torcedores podem beber cerveja, assistir a jogos sem alambrados
e fosso, sentadinhos e quietos em cadeiras acolchoadas, é porque tem uma
Polícia eficiente, uma Justiça que funciona, uma fiscalização competente. E
educação!
No Brasil, o que manda são os
cambistas, a impunidade, o suborno e a falta de trato com o patrimônio
público... Salvo raríssimas exceções.
Antes de reinaugurar os estádios das
Copas que virão logo mais, tinha-se que fazer um amplo projeto de educar o
povo, de conscientizar a população, de ensinar a nação a usar um bem que custou
caro - quase todos ultrapassaram seus orçamentos iniciais – e que é de todos!
Aliás, um bem que não é essa “coca-cola” toda!
Reportagens do UOL de domingo e
segunda, dias 07 e 08 de abril, traziam os inúmeros defeitos da recente Fonte
Nova: fiações soltas, tapumes impedindo acesso, problema de estacionamento, materiais
de construção largados na obra, poltronas sem parafusar, as vias inacabadas no
entorno, poças de água embaixo dos assentos e, o pior, mais de 06 mil lugares
com ponto cego no estádio, ou seja, o sujeito vai para assistir e não assiste!
Porque no Brasil, querido leitor, é
assim, tudo feito nas coxas, afinal, aqui é terra de ninguém! Faz-se o que
quer: ninguém reclama, ninguém quer se comprometer, ninguém prende os que (des)
mandam!
Um espaço que custou quase 700
milhões de reais, acusado de a maioria da verba ter sido desviada do FUNDEB, e
ainda mal feito. É brincadeira!
Ai, ai, ai... E ainda têm os que
sonham com isso aqui civilizado! Polido! Urbanizado! Com certeza não será para
esta, nem para as próximas gerações. É esperar para ver.
Gustavo Atallah Haun - Professor.
Assinar:
Comentários (Atom)

