domingo, 12 de fevereiro de 2012

ALGUNS AUTORES DA LITERATURA UNIVERSAL:


Ø  Homero;
Ø  Ésquilo;
Ø  Sófocles;
Ø  Eurípedes;
Ø  Cícero;
Ø  Petrônio;
Ø  Chrétien de Troyes;
Ø  Petrarca;
Ø  Dante Alighieri;
Ø  Pirandello;
Ø  Shakespeare;
Ø  Calderón de La Barca;
Ø  Miguel de Cervantes;
Ø  Luís Camões;
Ø  Pe. Antônio Vieira;
Ø  Lope de Vega;
Ø  John Milton;
Ø  Quevedo;
Ø  Jean Racine;
Ø  Voltaire;
Ø  Molière;
Ø  Jonathan Swift;
Ø  Goethe;
Ø  Walt Whitman;
Ø  Lord Byron;
Ø  William Blake;
Ø  Emily Dickinson;
Ø  Victor Hugo;
Ø  Honoré de Balzac;
Ø  Stendhal;
Ø  Marcel Proust;
Ø  Oscar Wilde;
Ø  Charles Baudelaire;
Ø  Arthur Rimbaud;
Ø  Paul Verlaine;
Ø  Stéphane Mallarmé;
Ø  Rainer Maria Rilke;
Ø  Alexander Pushkin;
Ø  Fiodor Dostoievski;
Ø  Leon Tolstoi;
Ø  Anton Tchekhov;
Ø  Gorki;
Ø  Edgar Alan Poe;
Ø  William Faulkner;
Ø  Herman Hesse;
Ø  Jane Austen;
Ø  Charles Dickens;
Ø  Thomas Mann;
Ø  Alexandre Dumas;
Ø  Alexandre Dumas Filho;
Ø  Kalil Gibran;
Ø  Fernando Pessoa;
Ø  José Régio;
Ø  Mário de Sá-Carneiro;
Ø  Almeida Garrett;
Ø  Camilo Castelo Branco;
Ø  Eça de Queirós;
Ø  Manuel Maria do Bocage;
Ø  Pablo Neruda;
Ø  Gabriela Mistral;
Ø  Carlos Castañeda;
Ø  Ernest Hemingway;
Ø  Virgínia Wolf;
Ø  Vladimir Mayakovsky;
Ø  Vladimir Nabokov;
Ø  Boris Pasternak;
Ø  Milan Kundera;
Ø  James Joyce;
Ø  José Saramago;
Ø  Lobo Antunes;
Ø  Almeida Faria;
Ø  Gabriel García Márquez;
Ø  Manuel Puig;
Ø  Ítalo Calvino;
Ø  Jorge Luís Borges;
Ø  Umberto Ecco;
Ø  Mario Vargas Llosa;
Ø  Norman Mailler;
Ø  Mia Couto;
Ø  Pepetela.

BOA LEITURA!!!

ALGUNS AUTORES DA LITERATURA NACIONAL:


Ø  Gregório de Matos;
Ø  Tomás Antônio Gonzaga;
Ø  Basílio da Gama;
Ø  Silva Alvarenga;
Ø  Cláudio Manoel da Costa;
Ø  Santa Rita Durão;
Ø  José de Alencar;
Ø  Bernardo Guimarães;
Ø  Gonçalves Dias;
Ø  Álvares de Azevedo;
Ø  Fagundes Varela;
Ø  Manuel Antônio de Almeida;
Ø  Castro Alves;
Ø  Joaquim Nabuco;
Ø  Ruy Barbosa;
Ø  Machado de Assis;
Ø  Lima Barreto;
Ø  Aluísio de Azevedo;
Ø  Artur Azevedo;
Ø  Raul Pompeia;
Ø  Euclides da Cunha;
Ø  Olavo Bilac;
Ø  Raimundo Correia;
Ø  Alberto de Oliveira;
Ø  Luís Delfino;
Ø  Vicente de Carvalho;
Ø  Augusto dos Anjos;
Ø  Monteiro Lobato;
Ø  Cruz e Sousa;
Ø  Alphonsus de Guimaraens;
Ø  Mário de Andrade;
Ø  Oswald de Andrade;
Ø  Manuel Bandeira;
Ø  Frederico Schimith;
Ø  Menotti Del Picchia;
Ø  Catulo da Paixão Cearense;
Ø  Humberto de Campos;
Ø  Guilherme de Almeida;
Ø  Cassiano Ricardo;
Ø  Carlos Drummond de Andrade;
Ø  João Guimarães Rosa;
Ø  Graciliano Ramos;
Ø  João Cabral de Melo Neto;
Ø  José Lins do Rego;
Ø  Jorge Amado;
Ø  Adonias Filho;
Ø  Augusto de Campos;
Ø  Ricardo Aleixo;
Ø  Cacaso;
Ø  Chacal;
Ø  Paulo Leminsk;
Ø  Caio Fernando Abreu;
Ø  Ana Cristina César;
Ø  Raquel de Queirós;
Ø  Clarice Lispector;
Ø  Cecília Meirelles;
Ø  Vinícius de Moraes;
Ø  Manuel de Barros;
Ø  Hilda Hilst;
Ø  Mário Quintana;
Ø  Érico Veríssimo;
Ø  Luís Fernando Veríssimo;
Ø  Ferreira Gullar;
Ø  Raduan Nassar;
Ø  João Ubaldo Ribeiro;
Ø  Rubem Braga;
Ø  Eneida;
Ø  Otto Lara Rezende;
Ø  Ignácio Loyola Brandão;
Ø  Malba Tahan;
Ø  Adélia Prado;
Ø  Patativa do Assaré;
Ø  Nelson Rodrigues;
Ø  Affonso Romano de Sant'Anna;
Ø  Marina Colassanti;
Ø  Rubem Fonseca;
Ø  Antonio Torres;
Ø  Jorge Medauar;
Ø  Ana Maria Machado;
Ø  Maria Clara Machado;
Ø  Fernando Sabino;
Ø  Moacyr Scliar;
Ø  João Carlos Marinho;
Ø  Chico Buarque;
Ø  Milton Hatoum.
BOA LEITURA!!!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

LABIRINTOS TEXTUAIS


Texto vem de tecido. E este nada mais é do que uma linha vertical perpassada por outra linha horizontal, com tamanho, formato e cores diversos, construindo-o, elaborando-o, para existir.
Com o texto não é diferente: a palavra, a frase, a oração e a metalinguagem usadas são com o propósito deliberado de ser entendido, compreendido, percebido (ou não!), da forma que o autor do mesmo quis que ele fosse.
Há, no entanto, formas de classificá-lo de forma didática, embora essas especificações se façam incompletas, nunca uma estratificação fechada e acabada.
Mas há textos, por exemplo, que poderíamos chamá-los de Práticos. São aqueles que fazemos (escrita e leitura) por necessidade, por facilidade da vida cotidiana, tais como bilhete, contas de água, luz, telefone, embalagem, bula, convite, manual, calendário, ata, carnê, receita, anúncio, nota fiscal, contrato, itinerário do ônibus, etc.
Há, também, os que são Informativos, cujos conteúdos provêm do campo das ciências em geral. São os conhecidos textos técnico-científicos, como jornal, revista, enciclopédia, dicionário, constituição e lei, biografia, gramática, atlas, livro didático, entre tantos outros. Aos que desejam ser bem informados, eis os textos que devem ler.
Não podemos esquecer os textos Literários ou Prazerosos. Tais composições privilegiam a mensagem, combinando os diferentes elementos da língua para dar uma impressão de beleza, de estética agradável ou de criações linguísticas. Temos que destacar que eles causam prazer, deleite, gozo em que os lê. São leituras sem “forçar a barra”. Estão nesse patamar o conto, a fábula, o romance, o filme, o script, o mito, a poesia, o monólogo, a história infantil, diário, novela, apólogo, etc.
Por fim, existem os textos Não Verbais ou Extraverbais, nos quais imperam as linguagens de sinais, ícones e símbolos, podendo ou não ser mesclados com os anteriores. Nesse particular, a ilustração, a arquitetura, a mímica, a escultura, as artes plásticas, a música, o gesto, sinal de trânsito, gravura, símbolos pátrios se destacam.
No auge da pós-modernidade, a partir de meados do séc. XX, a mistura, o pastiche, a bricolagem, fizeram parte das composições textuais como característica máxima dessa série estética, que se seguiu à Modernidade de 22.
Por isso, para os teóricos de então ficou difícil dizer se um texto é isso ou aquilo. Um exemplo é o de um aluno que tinha prazer em ler bula de remédio. Ele as colecionava. Tinha gosto em ler tal coisa, que para simples mortais é apenas texto Prático. Para o sujeito se tornou um texto Prazeroso.
Outro exemplo está nos PCN’s de Língua Portuguesa, que nos mostram o depoimento de um aluno que odiava ler Drummond. E ele questionava se só porque a professora dizia que era literatura, que era poesia, boa arte, ele tinha que ler e gostar. Lia só por causa do vestibular. Isto é, de um texto pretensamente Literário ele transformou, pelo seu gosto, em texto Informativo.
          Enfim, de forma geral, podemos traçar a média dos gêneros e tipologias textuais (e de suas leituras!) e passar a classificar como Prático, Literário ou Informativo. Sem esquecer a permuta – o tal do tecido – que pode haver entre um e outro, de acordo com o gosto pessoal, profissional ou cultural de cada ser humano.
* Gustavo Atallah Haun é professor, formado em Letras, UESC, e ministra aula em Itabuna e região. Escreve para jornais de Itabuna, Ilhéus e para oblogderedacao.blogspot.com (g_a_haun@hotmail.com)