sábado, 23 de agosto de 2014

PARABÉNS!


Hoje, alcançamos a marca de 02 milhões de visitas. Obrigado a você que faz parte dessa história! Para um blog de redação, área tão específica e desprestigiada no Brasil, cremos que é um grande feito.

Estamos aqui para ajudar, para contribuir com o seu sucesso!

Por isso, continue nos prestigiando e, acima de tudo, divulgando-nos, afinal, conteúdo bom e de graça, não é toda hora... Por que você é a nossa meta: sem você não somos nada!!!

MUITO OBRIGADO!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

EXEMPLO DE DISSERTAÇÃO II

Estrutura dissertativa moderna e inovadora, utilizando o esquema abaixo:

1º parágrafo: introdução (Tema e Tese);
2º parágrafo: argumento  principal;
3º parágrafo: argumentos secundários;
4º parágrafo: contra-argumento;
5º parágrafo: retomada do tema e tese. Críticas ou soluções.

Espero que gostem dessa modalidade, ela pode ser usada nos vestibulares, nos concursos e também no Enem. É só treinar!

VIDA DE LIXO!

A questão do lixo produzido por nós se tornou uma muralha intransponível – melhor dizer montanha insalubre – aos dias hodiernos. Tudo isso porque o capital gera produtos incessantemente, que, por sua vez, geram consumos alienados, e estes cidadãos ávidos por novas marcas e tecnologias, como baratas tontas no monturo. Um ciclo que se renova a cada instante, impulsionando a riqueza e a satisfação mundial, mesmo que ilusórias.
No Brasil, recentemente, alardeia-se a inserção de 20 milhões de famílias na classe média. Isso impulsiona o consumo e promove, como efeito cascata, a fórmula clichê do capitalismo: novos mercados é igual a lucros à frente! Ademais, o aumento da demanda de produtos industrializáveis também cresce junto e, com isso, as toneladas de dejetos. Só aqui no país tupiniquim são 240 mil, diariamente.
Outrossim, os senhores gestores das cidades não querem, ou não desejam, adequar-se às legislações pertinentes ao assunto. Reclamam de falta de verba para a construção de aterros sanitários, conforme a ABNT/NBR-8849/85. Destarte, escasseiam políticas públicas de mudança de conduta populacional a respeito da problemática citada. Um exemplo é que 40% da população não tem sequer saneamento básico. Aliado a isso, há uma avalanche de produtos à base de plástico, PVC, metais, baterias etc., tudo altamente poluente, cujos restos não se decompõem facilmente em a natureza.
Apesar da gritaria e manifesto dos ecologistas, chamados muitas vezes injustamente de ecochatos, ainda não há uma forma atual de se consumir sem gerar dejetos inutilizados. Infelizmente. A não ser que passemos a residir em florestas e iglus, consumindo apenas o que a natureza nos der, restituindo-a com as sobras em forma de adubos ou fertilizantes! Será que alguém se dispõe a tanto?
É fato que essa questão do lixo e seu destino não sairá das pautas da sociedade pós-moderna, visto que o homem está muito distante de resolvê-la. É necessário aplicar inovações às indústrias e fábricas para produzirem com menos degradação; apostar na reciclagem ainda mais e educar para mudar a cultura existente a respeito do assunto. Essas medidas talvez amenizassem o impacto dos detritos no orbe.

Gustavo Atallah Haun – Professor.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

RANKING UNIVERSITÁRIO

15/08/2014 10h24 - Atualizado em 15/08/2014 10h53

Brasil tem 6 universidades em ranking de 500 melhores do mundo

Índice chinês tem USP como única latino-americana entra as 150 melhores.
Oito das dez melhores ficam nos Estados Unidos.

Da AFP
Cidade Universitária, Universidade de São Paulo: vista do novo prédio da Reitoria (Foto: Ana Carolina Moreno/G1)Universidade de São Paulo
(Foto: Ana Carolina Moreno/G1)
Seis universidades do Brasil estão entre as 500 melhores do mundo, de acordo com ranking da Universidade Jiao Tong, de Xangai, publicado nesta sexta-feira (15). O índice reafirma a supremacia dos Estados Unidos no ensino superior.
Das seis instituições brasileiras na lista, a melhor colocada é a Universidade de São Paulo (USP), que aparece na 144ª posição. No ano passado, ela era a 147ª. É a única da América Latina entre as 150 melhores do mundo.
As outras instituições de ensino superior do Brasil no 'Top 500 de Xangai' são a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, na 317ª posição), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, em 318ª), a Universidade Estadual Paulista (Unesp, 362ª), a Unicamp (365ª) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 421ª).
Outras quatro universidades latino-americanas aparecem entre as 500 melhores do mundo: duas do Chile (Católica e Universida do Chile), uma da Argentina (Universidade de Buenos Aires, UBA) e uma do México (Universidade Nacional Autônoma do México, Unam).
A edição de 2014 do ranking universitário não apresenta muitas mudanças em relação a 2013 e reafirma o domínio americano.
Harvard é considerada a melhor universidade do mundo, seguida por Stanford, MIT e Universidade da Califórnia. O Reino Unido é o outro país que integra o exclusivo clube anglo-saxão das 10 melhores universidades do mundo, com Cambridge (quinta posição) e Oxford (nona posição).
Na Europa continental, a ETH de Zurique (19ª), a Universidade Pierre e Marie Curie de Paris (35ª) e a Universidade de Copenhague (39ª) são as três melhores da região.
A Universidade de Tóquio (21) e a Universidade de Kioto (26) são apontadas como as melhores da Ásia.
O índice de Xangai foi criado em 2003 na Universidade Jiao Tong da cidade chinesa. A classificação é muito aguardada em todo o mundo, mas também é objeto de críticas por sua metodologia.
De acordo com os pesquisadores da Jiao Tong, a lista é baseada em uma série de indicadores objetivos e informações fornecidas por terceiros.
A classificação se concentra nas pesquisas de ciências exatas, em detrimento do ensino, algo muito mais difícil de quantificar.
Entre os critérios utilizados está o número de prêmios Nobel que ex-alunos ou pesquisadores das universidades receberam, o número de medalhas Fields (consideradas equivalentes a um  "Nobel de Matemática" e que teve o franco-brasileiro Artur Avila, do Impa, no Rio, entre os vencedores este ano), assim como o número de artigos publicados em revistas exclusivamente de língua inglesa como "Nature" e "Science".
A cada ano são avaliadas 1.200 universidades de todo o mundo, mas a lista inclui apenas as 500 melhores.
Veja a lista das 10 melhores universidades do mundo em 2014 de acordo com a classificação de Xangai:
1. Universidade Harvard (EUA)
2. Universidade Stanford (EUA)
3. Instituto Tecnológico de Massachusetts - MIT (EUA)
4. Universidade da Califórnia-Berkeley (EUA)
5. Universidade de Cambridge (Reino Unido)
6. Universidade de Princeton (EUA)
7. Instituto Tecnológico da Califórnia - Caltech (EUA)
8. Universidade Columbia (EUA)
9. Universidade de Chicago (EUA)
10. Universidade de Oxford (Reino Unido)

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

CORRETORES DE REDAÇÃO DO ENEM

Atualizado: 11/08/2014 02:02 | Por Rafael Moraes Moura, estadao.com.br

Enem tem 12% dos corretores de redação reprovados

Dados obtidos pelo 'Estado' mostram que 845 examinadores foram excluídos; provas dos alunos passaram por nova avaliação
Enem tem 12% dos corretores de redação reprovados
"Prova dos alunos passaram por nova avaliação"


BRASÍLIA - Cerca de 12% dos corretores de redação foram "reprovados" na última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), conforme dados obtidos pelo Estado via Lei de Acesso à Informação. Ao todo, 845 pessoas de um universo de 7.121 avaliadores foram excluídas durante o processo de correção dos textos do Enem 2013 por não apresentarem uma nota de desempenho superior a 7 - numa escala de 0 a 10.
O Enem 2013 "reprovou" muito mais corretores do que a edição 2012, quando apenas 52 de 5.558 corretores (0,9%) foram dispensados. No Enem 2011, foram afastados 277 de 3.188 corretores (8,69%). As redações do Enem são corrigidas por profissionais da área de Letras com formação em Língua Portuguesa que passam por um processo de capacitação.
Conforme o Estado revelou em outubro, os corretores são mantidos sob monitoramento constante de coordenadores e supervisores. É verificado, por exemplo, se os avaliadores aplicam notas altas demais, muito baixas, se há lentidão na correção ou rapidez - aspectos considerados na nota de desempenho.
De cada lote de 50 redações enviadas pelo sistema ao corretor, há duas "pegadinhas": a "redação ouro", já corrigida pela equipe de especialistas; e a "redação múltipla", que passa pelo conjunto de corretores. O objetivo é verificar se há desvios. 
"Nós tínhamos um monitoramento do corretor mais leniente, agora eu tenho um monitoramento um pouco mais duro", disse o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), José Francisco Soares.
Durante o processo de correção, o avaliador é excluído automaticamente se a nota de desempenho for inferior a 5. Caso fique entre 5 e 7, ele tem até duas chances de recuperação. Na terceira vez que a nota de desempenho for inferior a 7, o corretor é eliminado, as redações por ele corrigidas retornam ao sistema e são examinadas novamente.
"À medida que o sistema começou a funcionar, nós tivemos um número maior de corretores que foram excluídos. Não é que a gente queira excluir. Mas a gente está dizendo: na medida em que criei critérios objetivos, eu tenho pessoas que estão sendo consideradas não habilitadas. Nosso sistema está funcionando", avaliou Soares.
Atuação. Cada corretor recebeu R$ 3,61 por redação examinada no Enem 2013, ante R$ 2,35 em 2012 e R$ 2,25 em 2011, segundo o Serviço de Informação ao Cidadão do Inep. Os corretores excluídos foram pagos pelo serviço e podem voltar a se capacitar para atuar nas próximas edições do Enem.
"Se eles se capacitarem de novo, eles podem (voltar a corrigir as redações). Não cabe o banimento. Ele não fez nada ilegal", observou Soares. "É um trabalho tenso. Imagina uma pessoa que está submetida a algum constrangimento, ela pode simplesmente naquele período não ter tido a tranquilidade, pode ter uma boa justificativa, como 'tenho uma doença na família'." Todas as redações do Enem são corrigidas por dois corretores independentes, que não têm conhecimento da nota atribuída pelo outro.
No Enem 2012, a redação foi levada a um terceiro corretor quando a discrepância entre os dois corretores superou 200 pontos. No Enem 2013, a nova correção ocorreu se a discrepância era de 100 pontos, o que aumentou o número de textos com três avaliadores.
"A sociedade ainda acha que se eu pegar a redação que eu tive e der para a minha tia que fez mestrado em Linguística na universidade X a nota da minha tia é a nota que deveria ser. Então a gente se pergunta, 'olha, calma lá!'. Essa sua professora, se ela viesse para o nosso processo (de capacitação), lesse o manual (de correção) e passasse (pelo monitoramento), ela seria classificada?", questionou Soares.
O treinamento dos corretores do Enem 2013 se estendeu por um período de 136 horas, compreendendo módulos a distância e presenciais. Em 2012, a capacitação levou 100 horas e, em edições anteriores, apenas oito.
A correção das redações do Enem virou alvo de questionamentos após a polêmica na edição de 2012 envolvendo texto com receita de macarrão instantâneo (que tirou nota 560, de 1.000 pontos possíveis) e com o hino do Palmeiras (500).
A repercussão do episódio levou o Ministério da Educação (MEC) a alterar os critérios usados na correção, prevendo que na edição seguinte seriam anuladas dissertações que apresentem "parte do texto deliberadamente desconectada com o tema que foi proposto".
Banca de supervisores. O Inep, órgão do MEC que cuida do Enem, montou uma força-tarefa com o objetivo de capacitar pessoas para supervisionarem o processo de correção das redações do exame neste ano. Ao todo, 969 pessoas, entre supervisores, auxiliares e avaliadores que atuaram em banca, participaram do processo de certificação - 677 foram aprovadas.
“Eu vou citar a Bíblia: 'Pelos teus frutos te conhecerei'. Eu só posso saber se você corrige bem se você me mostrou corrigindo redações e produziu resultados adequados”, disse o presidente do Inep, José Francisco Soares.
Os candidatos foram submetidos a um curso de capacitação, responderam a cem questões de uma prova em que foram analisadas vinte redações diferentes - e eles mesmos tiveram de escrever um texto, como se fossem alunos do Enem. “Nós iniciamos um processo: só vai corrigir redação no Enem quem tiver sido certificado. Dá segurança a gente ter alguém que é excelente na correção para dar orientações e acompanhar o processo.”

quinta-feira, 31 de julho de 2014

ARIANO SUASSUNA, SEMPRE!

Reverência a Suassuna (Wilton Macêdo)


O primeiro riso (a frase vem bem a calhar) sem ser gratuito foi com ele. Para os itabunenses, demais grapiúnas e os outros naturalmente brasileiros, as formas hilárias se davam (dão) por meio de estereótipos e preconceitos, o riso antes valorizado como um dom puramente humano transformou-se em agressão animalescas às minorias martirizadas pelas mazelas sociais, raciais, sexistas e machistas. 
Se a sociedade está na era supra-digital, também está na era do riso, ri-se de tudo: do pobre, do flagelado, do negro, da mulher, do que tropica na rua, mas nunca na intenção de desconstruir estereótipos, nem questionar suas causas, logicamente é mais fácil ratificá-los. O humor é caricato e disso todos sabem, é enxergar o quão perfeita é a imperfeição sem transformá-la em agressão, entender essa distinção é um desafio para aquele que tem como ofício a comédia.
Essas sutis diferenças me vêm à cabeça ao saber do encontro de Ariano Suassuna “com o único mal irremediável” a morte. O chamado desse “fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados” me pareceu injusto, principalmente no mesmo mês de julho que levou João Ubaldo Ribeiro, confesso que está cada vez mais difícil entender os planos astrais.
Ariano veio a mim como uma obrigação, se não ler o Alto da Compadecida não passa no vestibular, embora me tivesse deixado levar pelo modismo de só estudar os temas ligados às ciências (moda, sobretudo por que seria o que garantiria a entrada na universidade), eu mais resignei-me a aceitar essa obrigação do que de fato quis dentro de mim. Eu poderia ter feito algo que mantivesse a natureza do livro sem precisar lê-lo completamente, o famigerado resumo (tão ineficaz quanto o estudo somente das ciências).
Pois bem, depois leitura feita dá logo pra perceber, que o que apaixona além do o humor, é a criatividade mental sertaneja e do escritor, que fez rir com a critica aquele que só conhecia as formas hilárias estereotipadas. Foi meu primeiro riso de coisas que eu realmente entendia sem ser agressivo com as pessoas, como de fato tudo tem seu tempo e hora ali carregava as críticas à pobreza, à política, à pequenez humana, à miséria que o sertanejo foi (ou ainda é) sujeitado. Essas minudências só foram entendidas depois.

Em entrevistas e palestras Ariano mostrou-se rico e simples como sempre, com menções críticas à cadência de nossa época e apreço aos loucos e mentirosos, que como ele mesmo diz: “aqueles que criam uma outra realidade”, por isso se identificava mais com Chicó. E agora talvez eu tenha percebido a intensidade com que o humor de Ariano Suassuna formou meu humor.

terça-feira, 22 de julho de 2014

SUGESTÕES DE TEMAS PARA A REDAÇÃO DO ENEM 2014

Para quem acompanha  o Enem desde 1998 (primeiro ano de implantação), sabe que é um padrão da prova ser feita nos meses de maio, junho e julho, ou seja, com bastante antecedência. É só dar uma olhada na data dos textos de apoio e ver o dia em que foram acessados, publicados, postados. Afinal, são milhões de provas que precisam ser impressas, inclusive com uma prova de reserva, caso surja algum problema, como o que aconteceu em 2009.

Então, dentro do que foi discutido pelos meios de comunicação no primeiro semestre deste ano, elaboro uma lista de sugestões de temas de redação que o estudante pode começar a ler e escrever sobre, mesmo não tendo bola de cristal, mas dentro do previsível que é a elaboração da redação do Enem: tema genérico, universal, de âmbito social, cultural, político ou científico.

Temas possíveis:

—  A Lei da Palmada;
A destinação do lixo;
—  Participação do jovem na política;
—  Maioridade penal;
—  Mobilidade urbana e/ou Meios de transportes;
—  O novo Marco Civil da internet;
—  Esporte como fator de (não?) inclusão social;
—  A mulher do século XXI;
—  A Água e/ou a Falta de comida (seca);
—  50 anos da Ditadura Militar e a Comissão da Verdade;
—  20 anos do Plano Real;
—  Impactos tecnológicos na vida moderna.

domingo, 13 de julho de 2014

BILIONÁRIO DA EDUCAÇÃO!

Atualizado: 12/07/2014 | Por Aluizio Falcão e Françoise Terzian- Forbes Brasil

“Sempre consegui estudar seis horas por dia”, conta Janguiê Diniz, novo bilionário do Brasil

Empresário conta como foi de engraxate quando menino e presidente do Grupo Ser Educacional
Armando Artoni/Divulgação
Armando Artoni/Divulgação
Quais as chances de um menino humilde de uma cidade pequenina do interior da Paraíba (Santana dos Garrotes), que começou a trabalhar aos 8 anos de idade como engraxate, depois vendedor de mexericas e, mais tarde, de picolés, transformar-se em um bilionário, dono do maior grupo de educação do Norte e Nordeste do país, com 24 unidades em operação e mais de 110 mil alunos que estudam de direito a medicina? Diante de um começo tão ingrato, qualquer um diria zero.


Mas Janguiê Diniz, 49 anos, presidente do Grupo Ser Educacional, holding controladora das Faculdades Maurício de Nassau (Uninassau) e Joaquim Nabuco, dentre outras instituições de ensino, foi longe. Tão longe que, no ano passado, estreou na Bolsa. A empresa da qual é controlador com 71% está avaliada em cerca de R$ 2,6 bilhões. E esse patrimônio não é tudo. “Aí não estão inclusos os imóveis do grupo, que dão uns R$ 500 milhões (neste caso, ele é o único dono).” Em paralelo, tem negócios na área de comunicação, infraestrutura, moda e informática. Sua participação em todos é como investidor.


Herbert Steinberg, presidente da consultoria Mesa Corporate Governance, que ajudou na montagem do conselho de administração da Ser Educacional e que atende Diniz há anos, conta que o fundador do grupo é o rei da educação no Nordeste. “O negócio criado pelo Janguiê é de tão alto potencial de crescimento que, em outubro de 2013, quando as coisas não estavam indo bem na Bolsa, ele conseguiu levantar R$ 620 milhões. Não foi por acaso que o Grupo Ser atraiu o interesse dos investidores.”


Sorte? Networking? Jogada de mestre? Não. Mas uma combinação de disciplina e determinação. E isso não é conversa da boca para fora. “Como eu vim de uma família muito pobre, era por meio do estudo que eu buscava alcançar meus objetivos. Sou uma pessoa muito determinada. Costumo, inclusive, me definir como obstinado. Achei que a única forma de vencer na vida era traçar metas, fugir do status quo. Ou ganhava na loteria, ou estudava. Consegui fazer letras, mestrado e doutorado. Sempre cumpri metas como a de estudar seis horas por dia, mesmo aos sábados, domingos e feriados. Se ficasse doente e não pudesse estudar um dia, pagava as horas no outro”, afirma Diniz à FORBES Brasil.
Apesar de todas as dificuldades enfrentadas, o empresário faz questão de enfatizar que nunca faltou comida na mesa de casa. Exigentes, os pais o obrigavam a estudar. E ele estudou. Em escola pública. E, em paralelo, passou a trabalhar, ainda na infância. Quando finalizou o ensino básico, aos 14 anos, Diniz se mudou para o Recife, pois em Pimenta Bueno (RO), cidade onde então vivia, não havia ensino médio. Já na capital pernambucana, foi morar com um tio, com quem trabalhou como digitador, e o grande responsável por abrir seus olhos para o direito. Nessa época, trabalhava e estudava para o vestibular, pois não teria condições de fazer uma faculdade particular. “No primeiro vestibular, fui aprovado na Faculdade de Direito do Recife, da Universidade Federal de Pernambuco.”


Fazer mais do que o necessário é um dos conselhos de Diniz. Foi assim, na batalha contra as adversidades, que o empresário foi, mais tarde, aprovado no concurso para juiz, procurador, até chegar ao status atual. “Eu fui um garoto que não participou de baladas. Enquanto meus colegas da escola estavam nas festas, eu estava estudando para passar no vestibular da Federal.”
E ser pobre não é desculpa. Ele lembra que existe o Prouni – Programa Universidade para Todos. “Tudo que conquistei na minha vida foi oriundo dos estudos. Foi estudando que consegui cursar direito e letras, fazer pós-graduação, mestrado e doutorado.” Com a vida, aprendeu outra lição: bem preparado pelos estudos, é preciso também ser perspicaz para ficar atento às oportunidades. Era sua vontade, desde cedo, ter um negócio na área de educação.
Enquanto estudava, percebeu que haviam poucos cursinhos especializados e, então, decidiu que quando conquistasse seu objetivo inicial de ser um magistrado, iria ensinar outros interessados como se preparar para a prova. “Quando fui aprovado no concurso para juiz do trabalho, comecei com um cursinho em uma sala, onde eu mesmo ensinava. O número de alunos foi crescendo e precisei trazer alguns outros professores para me ajudar. Assim surgiu o Bureau Jurídico. Daí para frente, tudo foi consequência.”

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

CARTA DE ROMÁRIO!

Romário é deputado federal (PSB) e Candidato a Senador pelo RJ, na Chapa de Lindeberg Farias (Líder dos Caras Pintadas no 'Fora Collor' e atual senador pelo PT); Ex-jogador do Vasco, do Flamengo, do Fluminense, do PSV da Holanda, do Barcelona e da SELEÇÃO BRASILEIRA.

Romário ataca cartolas que comandam o futebol: 'bando de ladrões, corruptos e quadrilheiros'

Atualizado: 09/07/2014 11:30 | Por ESPN.com.br- espn.com.br

Leia na íntegra a carta publicada por Romário:

Galera,

passado o luto das primeiras horas seguidas da derrota, vamos ao que verdadeiramente interessa! Quem tem boa memória, vai lembrar da minha frase: Fora de campo, já perdemos a Copa de goleada!
Infelizmente, dentro de campo, não foi diferente.
Ontem foi um dia muito triste para nosso futebol. Venceu o melhor e ninguém há de questionar a superioridade do futebol alemão já há alguns anos. Ainda assim, o mundo assistiu com perplexidade esta derrota, porque nem a Alemanha, no seu melhor otimismo, deve ter imaginado essa vitória histórica.
Porém, se puxarmos da memória, vamos lembrar que nossa seleção já não vinha apresentando nosso melhor futebol há muito tempo. Jogamos muito mal. Infelizmente, levamos sete e, por mais que isso cause mal-estar, devemos admitir que a chuva de gols foi apenas reflexo do pânico, da incapacidade de reação dos nossos jogadores e da falta de atitude do treinador de mudar o time.
Vivemos uma crise no nosso esporte mais amado, chegamos ao auge dela. Acha que isso é problema só dos jogadores ou do Felipão? Nem de longe.
Nosso futebol vem se deteriorando há anos, sendo sugado por cartolas que não têm talento para fazer sequer uma embaixadinha. Ficam dos seus camarotes de luxo nos estádios brindando os milhões que entram em suas contas. Um bando de ladrões, corruptos e quadrilheiros!
O meu sentimento é de revolta.
Estou há quatro anos pregando no deserto sobre os problemas da Confederação Brasileira de Futebol, uma instituição corrupta gerindo um patrimônio de altíssimo valor de mercado, usando nosso hino, nossa bandeira, nossas cores e, o mais importante, nosso material humano, nossos jogadores. Porque não se iludam, futebol é negócio, business, entretenimento e move rios de dinheiro. Nunca tive o apoio da presidenta do País, Dilma Rousseff, ou do ministro do Esporte, Aldo Rebelo. Que todos saibam: já pedi várias vezes uma intervenção política do Governo Federal no nosso futebol.
Em 2012, eu apresentei um pedido de CPI da CBF, baseado em um série de escândalos envolvendo a entidade, como o enriquecimento ilícito de dirigentes, corrupção, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e desvio de verba do patrocínio da empresa área TAM. O pedido está parado em alguma gaveta em Brasília há dois anos. Em questionamento ao presidente da Câmara dos Deputados, sr. Henrique Eduardo Alves, mas ouvi como resposta que este não era o melhor momento para se instalar esta CPI. Não concordei, mas respeitei a decisão. E agora, presidente, está na hora?
Exceto por um vexame como o de ontem, o Brasil não precisaria se envergonhar de uma derrota em campo, afinal, derrotas fazem parte do esporte. Mas vergonha mesmo devemos sentir de ter uma das gestões de futebol mais corruptas do mundo. A arrogância dessa entidade é tão grande que até o chefe da assessoria de imprensa chega ao absurdo de bater em um atleta de outra seleção, como fez o Rodrigo Paiva contra um jogador do Chile Pinilla. Paiva pegou quatro jogos de suspensão e foi proibido de acessar o vestiário dos jogadores. Este ato foi muito simbólico e diz muito sobre eles. O presidente da entidade, José Maria Marin, é ladrão de medalha, de energia, de terreno público e apoiador da ditadura. Marco Polo Del Nero, seu atual vice, recentemente foi detido, investigado e indiciado pela Polícia Federal por possíveis crimes contra o sistema financeiro, corrupção e formação de quadrilha. São esses que comandam o nosso futebol. Querem vergonha maior que essa?
Marin e Del Nero tinham que estar era na cadeia! Bando de vagabundos!!!
A corrupção da CBF tem raízes em todos os clubes brasileiros, vale lembrar que são as federações e clubes que elegem há anos o mesmo grupo de cartolas, com os mesmos métodos de gestão arcaicos e corruptos implementados por João Havelange e Ricardo Teixeira e mantidos por Marin e Del Nero. Vale lembrar, que estes dois últimos mudaram o estatuto da entidade e anteciparam a eleição da CBF para antes da Copa. Já prevendo uma possível derrota e a dificuldade que eles teriam de se manter no poder com um quadro desfavorável.
E os clubes? Sim, eles também são responsáveis por essa crise. Gestões fraudulentas, falta de investimento na base, na formação de atletas. Grandes clubes brasileiros estão falindo afogados em dívidas bilionárias com bancos e não pagamentos de impostos como INSS, FGTS e Receita Federal.
E toda essa má gestão que tem destruído o nosso futebol, infelizmente, tem sido respaldada há anos pelo Congresso Nacional com anistias e mais anistia destes débitos. Este ano tivemos mais um projeto desses vexatórios para salvar os clubes. Um projeto que previa que clubes pagassem apenas 10% de suas dívidas e investissem 90% restante em formação de atletas. Parece até deboche. Uma soma de aproximadamente R$ 4 bilhões ou muito mais, não se sabe ao certo. Corajosamente, o deputado Otávio Leite, reconstruiu o texto e apresentou uma proposta honesta estruturada em responsabilidade fiscal, parcelamento de dívidas e a criação de um fundo de iniciação esportiva, com obrigações claras para clubes e CBF.
Em resumo, a nova proposta além de constituir a Seleção Brasileira de Futebol e o Futebol Brasileiro como Patrimônio Cultural Imaterial - obrigava a CBF a contribuir com alíquota de 5% sobre as receitas de comercialização de produtos e serviços proveniente da atividade de Representação do Futebol Brasileiro nos âmbitos nacional e internacional. O tributo também incidiria sobre patrocínio, venda de direitos de transmissão de imagens dos jogos da seleção brasileira, vendas de apresentação em amistosos ou torneios para terceiros, bilheterias das partidas amistosas e royalties sobre produtos licenciados. O valor seria destinado a um fundo de iniciação esportiva para crianças e jovens de todo o Brasil. Esses e outros artigos dariam responsabilidade à CBF, punição à entidades e outros gestores do futebol, a CBF estaria sujeita a fiscalização do TCU e obrigada a ter participação de um conselho de atletas nas decisões.
Mas este texto infelizmente não foi para a frente. Sete deputados alemães fizeram os gols que desclassificaram nosso futebol e nos tirou a chance de moralizar nosso esporte. Estes deputados, como todos sabem, fazem parte da Bancada da CBF, mudei o nome porque Bancada da Bola é muito pejorativo para algo que amamos tanto. Gosto de dar os nomes: Rodrigo Maia (DEM -RJ), Guilherme Campos (PSD-SP), Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), José Rocha (PR-BA) , Vicente Cândido (PT-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Valdivino de Oliveira (PSDB-GO).
Essa partida ainda pode ser revertida com a votação do projeto no Plenário da Câmara. Será que esses sete deputados voltarão a prejudicar o nosso futebol?
O futebol brasileiro tomou uma goleada e a derrota retumbante, infelizmente, não foi só em campo. Nem sequer tivemos o prazer de jogar no Maracanã, um templo do futebol mundial, reformado ao custo de mais de R$ 1 bilhão. Acha que foi porque não chegamos a final? Não. Poderíamos ter jogado qualquer outro jogo lá. A resposta disso é ganância e arrogância. É a CBF que escolhe onde o Brasil vai jogar, mas, obviamente, poderia ter tido interferência do Ministério do Esporte e da presidência da República, mas nenhum destes se manifestou. Quem levou com essas escolhas?
Para fechar com chave de ouro, a CBF expulsou do vestiário Cafu, capitão de seleção do pentacampeonato. Cafu foi expulso do vestiário enquanto cumprimentava os jogadores ontem. Este é o retrato do nosso futebol hoje, não honramos a nossa história.
Dilma tem sim que entregar a taça para outra seleção. Este gesto será o retrato do valor que ela deu ao nosso futebol nos últimos anos! Eles levarão a taça e nós ficaremos com nossos estádios superfaturados e nenhum legado material, porque imaterial, mostramos para o mundo que com toda nossa dificuldade, somos um povo feliz.
Essa será a taça da vergonha.


terça-feira, 8 de julho de 2014

CRESÇA & APAREÇA, MLK!

Jovem pseudomaduro pode se envolver com drogas e crimes
1

Jan Hoffman
Do The New York Times

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    Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, acompanhou jovens dos 13 aos 23 anos
    Estudo da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, acompanhou jovens dos 13 aos 23 anos
Aos 13 anos, eles eram vistos pelos colegas de aula com inveja, admiração e um pouco de reverência. As meninas se maquiavam, tinham namorados e iam a festas organizadas por estudantes mais velhos. Os meninos se gabavam de beber cerveja às escondidas, nas noites de sábado, e afanarem camisinhas da loja de conveniência local.
Eles eram maneiros. Eram bonitos. Completamente diferentes de você. O que aconteceu com eles?
"A garotada que foi pela via expressa não terminou bem", afirmou Joseph P. Allen, professor de psicologia da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos. O especialista é o autor principal de um estudo, publicado neste mês no periódico "Child Development", que acompanhou esses jovens socialmente precoces e corredores de riscos durante uma década. De acordo com a pesquisa, ao longo do ensino médio, o status social desses indivíduos despencou e eles começaram a patinar de muitas formas.
Foi a corrida prematura, que Allen chama de comportamento pseudomaduro, que abriu o caminho para os problemas. Agora com 20 e poucos anos, muitos deles contabilizam dificuldades com relacionamentos íntimos, álcool, maconha e até mesmo atividade criminal.
"Eles estão fazendo coisas mais radicais para continuarem parecendo bacanas, gabando-se de beber uma dúzia e meia de latas de cervejas em um sábado à noite. Seus colegas pensam: 'essa garotada não tem competência social'. Eles ainda estão vivendo no mundo do ginásio."

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Como alunos apressadinhos do fim do ensino fundamental, eles eram motivados por um desejo realçado de impressionar os amigos. Na verdade, o comportamento descarado lhes rendeu uma popularidade alta. Porém, no ensino médio, os colegas começaram a amadurecer, e a popularidade dos garotos descolados desapareceu.
B. Bradford Brown, professor de psicologia educacional da Universidade de Wisconsin-Madison, que escreve sobre relações entre adolescentes e não participou do estudo, disse que a pesquisa oferece dados valiosos. O achado que mais o surpreendeu foi que o comportamento pseudomaduro é um indicador mais forte de problemas com álcool e drogas do que os níveis de uso de drogas no começo da adolescência.
Segundo Brown, pesquisas com adolescentes costumam acompanhá-los durante toda a adolescência, porém esse estudo acompanhou um grupo diversificado de 184 participantes de Charlottesville, na Virgínia, começando aos 13 anos e terminando aos 23.
Os pesquisadores batalharam para documentar a ascensão e a queda do status social, entrevistando, periodicamente, os participantes e as pessoas que esses consideram conhecê-los melhor, geralmente amigos do peito. Aproximadamente, 20% do grupo caiu na categoria de "garoto descolado" no princípio da pesquisa.
De acordo com Allen e seus colegas, três comportamentos visando à popularidade caracterizam a pseudomaturidade: a busca de amigos fisicamente atraentes, romances mais numerosos e intensos, em termos emocionais e sexuais, e pequenos atos de delinquência –matar aula, entrar às escondidas no cinema e vandalismo.
O estudo constatou que, ao completarem 23 anos, na comparação com os colegas do ginásio que tiveram menos pressa, eles tinham um índice 45% maior de problemas resultantes do uso de álcool e da maconha e 40% maior uso dessas substâncias. Eles ainda apresentavam um nível 22% maior de comportamento criminoso adulto, de roubo a assaltos.
Muitos atribuíram os relacionamentos românticos adultos fracassados ao status social, acreditando que a falta de classe fosse o motivo para que os parceiros terminassem com eles. As iniciativas prematuras de agir como um indivíduo mais velho parece ter lhes deixado atrofiados em termos sociais. Quando os colegas foram questionados sobre como esses adultos se davam com os outros, o índice da antiga garotada bacana ficou 24% abaixo do que a média de jovens adultos.
Os pesquisadores questionaram por que esse conjunto de comportamentos levou esses jovens em uma espiral descendente. Allen sugeriu que, embora estivessem tentando ser populares, eles perdiam um período de desenvolvimento crítico. Ao mesmo tempo, outros adolescentes jovens aprendiam a forjar amizades com o mesmo sexo enquanto participavam de atividades sem dramas, como ver um filme em casa, em uma sexta à noite. De acordo com ele, os pais deveriam apoiar esse comportamento e não lamentar que o filho não é "popular".
"Ser verdadeiramente maduro enquanto adolescente significa que você é capaz de ser um amigo bom, leal, solidário, esforçado e responsável. Porém, isso não gera muito sucesso em uma manhã de segunda-feira do nono ano."
Brown sugeriu outra perspectiva sobre por que a garotada maneira se perde no caminho. Os adolescentes que abrem o desfile social no ginásio –determinando as escolhas dos outros nas roupas, mídia social e até mesmo cores das agendas– têm um fardo pesado para o qual não estão emocionalmente preparados. "Assim, eles gravitam na direção de garotos mais velhos."
E esses adolescentes mais velhos, que provavelmente já foram considerados bacanas, eram modelos dúbios a serem seguidos. "Na adolescência, quem está aberto a curtir com alguém três ou quatro anos mais novo? A molecada mais fora do padrão", fala Brown.
Allen descreveu uma biografia típica baseada no estudo. Aos 14 anos, o menino era popular. Conhecia muita gente, beijou mais de seis garotas, envolveu-se em pequenos problemas e se cercou de amigos de boa aparência.
Aos 22, o rapaz havia abandonado o ensino médio e tinha muitos problemas ligados à bebida, como faltar ao trabalho e prisões por dirigir bêbado. Ele estava desempregado e ainda disposto a cometer pequenos roubos e atos de vandalismo.
Entretanto, como Allen enfatizou, a pseudomaturidade sugere uma predileção, ela não é um instrumento de previsão estável. Uma adolescente do estudo teve inicialmente um perfil similar, com muitos namorados na primeira adolescência, amigas atraentes e uma queda por roubar lojas.
Contudo, aos 23 anos, segundo relato de Allen por e-mail, "ela havia se formado na faculdade, não tivera mais problemas com comportamento criminoso, usava álcool de forma responsável e tinha um emprego bom".
Mitchell J. Prinstein, professor de psicologia da Universidade da Carolina do Norte, campus de Chapel Hill, que estuda o desenvolvimento social de adolescentes, disse que, embora esses jovens desejem ser aceitos pelos colegas, estudos sugerem que os pais podem reforçar características que os ajudarão a suportar a pressão para serem legais demais, rápido demais.
"Os adolescentes também gostam de individualidade e confiança. Os que conseguem manter os próprios valores ainda podem ser considerados legais, mesmo sem fazer o que os outros estão fazendo", afirma Prinstein.