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sábado, 3 de maio de 2014

E NORTISTA-NORDESTINO...

Brasileiro medalhista de química passa em 4 universidades dos EUA

Lucas Rodrigues
Do UOL, em São Paulo
  • Arquivo Pessoal
    Ramon Gonçalves, 19, medalhista de bronze na Olimpíada Internacional de Química em Washington
    Ramon Gonçalves, 19, medalhista de bronze na Olimpíada Internacional de Química em Washington
Ramon Gonçalves, de 19 anos, é exemplo de que o esforço pessoal aliado ao apoio estudantil pode mudar a vida de alunos que sonham com uma graduação no exterior. Medalhista em olimpíadas de química e aprovado em cinco universidades internacionais (quatro americanas), o garoto fundou um projeto que ajuda jovens talentos a estudarem em boas escolas no país.
Nascido em Belém, no Pará, ele sempre gostou da disciplina de química, mas acreditava que sua escola não dava o suporte necessário para que desenvolvesse seus conhecimentos. "Sentia que não acreditavam em mim. Meu grande sonho sempre foi estudar fora, mas eu não tinha ideia nenhuma de como era o processo para ser aceito", conta. 
O estudante foi 1º lugar na Olimpíada Paraense de Química e começou a estudar para a versão nacional. Diante da falta de preparação, Ramon resolveu ser ousado: mandou um e-mail para o coordenador da Olimpíada Brasileira de Química, Sérgio Mello, pedindo ajuda. 
Mello colocou Ramon em contato com o colégio Ari de Sá Cavalcante, em Fortaleza, que concedeu a ele bolsa integral de estudos. O jovem então se mudou para a cidade e morou em um pensionato com outros alunos da instituição.
"No começo foi bem difícil a adaptação. Eu cheguei lá no finalzinho de julho. A olimpíada aconteceu em agosto. Os outros alunos tiveram cerca de seis meses para se preparar. Eu tive menos de um", lembra.
A rotina de estudos de Ramon foi puxada. Das 8h às 12h, ele estudava para a olimpíada de química, e das 13h30 até as 20h, tinha aula preparatória para o exame do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Conquistas

Em agosto de 2011, Ramon conquistou a medalha de bronze na Olimpíada Brasileira de Química. No ano seguinte, participou da edição internacional, em Washington, nos Estados Unidos, onde foi agraciado também com o bronze.
"Quando eu soube que tinha passado nem acreditava. Até o diretor da escola falava que os professores tinham tirado água de pedra", conta. O estudante lembra que foi bem na prova prática, mas a teórica exigiu rapidez de raciocínio. "Eram oito questões que se dividiam em muitas outras. Foram 59 páginas de prova."
Arquivo Pessoal
Ramon conquistou ainda a medalha de prata na Olimpíada Ibero-americana de Química, na Argentina
Já na edição ibero-americana veio a medalha de prata. Ela aconteceu em setembro de 2012, em Santa Fé, na Argentina. O evento reuniu 57 estudantes de 17 países.
Em junho deste ano, ele participará na Finlândia do Millennium Youth Camp, iniciativa para jovens que se interessam por ciências naturais, matemática e tecnologia. Durante uma semana, os campistas são apresentados para empresas finlandesas e instituições de ensino superior.
Como tarefa para ser aprovado, o estudante teve de fazer um projeto sobre recursos naturais renováveis. Foi assim que ele criou um estudo que prevê a substituição do petróleo por derivado da cana de açúcar no processo de criação de propano, principal ingrediente de plásticos como o polietileno e o polipropileno.
Tamanho esforço e dedicação renderam a Ramon a aprovação em cinco universidades internacionais: quatro norte-americanas (Cornell, Dartmouth, University of Southern California e Amherst) e a principal instituição finlandesa (University of Helsinki).
"Estou em dúvida entre a Southern California e a Cornell, mas a questão financeira pesa muito, porque a mensalidade chega a ser em torno de 10 mil reais", conta. Caso não consiga bolsa de estudos, o estudante pretende recorrer ao governo brasileiro ou até mesmo fazer uma campanha para arrecadar dinheiro para os estudos no exterior.

Projetos

Ramon criou dois projetos para ajudar alunos do Brasil na preparação para vestibulares. Um deles, o "Clube do Estudante", é um canal atualizado com vídeos de exercícios resolvidos de provas das melhores instituições de ensino do país. 
Já o "Talentos sem Fronteiras" é uma iniciativa que coloca as escolas parceiras em contato com jovens promissores. "O projeto é justamente promover essas oportunidades que eu recebi. O aluno se inscreve, preenche dados acadêmicos, atividades extracurriculares e manda para o nosso banco de dados. As escolas analisam e pegam os talentos que elas acham que podem ajudar a lapidar", explica.
O projeto foi criado no ano passado e atualmente conta com o apoio do colégio de Ramon em Fortaleza e do Poliedro.

domingo, 28 de abril de 2013

LIÇÕES DE BILL GATES



"Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDF’s (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles."