quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

OS PRONOMES RELATIVOS


FRASES-MODELO PARA O INÍCIO DA CONCLUSÃO



A conclusão deve ser sucinta, conter apenas 01 parágrafo e deve retomar a ideia principal, desenvolvida no texto, de forma convincente.
A conclusão deve conter a síntese de tudo o que foi apresentado no texto, e não somente em relação às ideias apresentadas no último parágrafo da CONCLUSÃO.
Não se devem acrescentar informações novas na conclusão, pois se ainda há informações a serem inclusas, o CONCLUSÃO ainda não terminou.

Maneiras de se fazer o parágrafo da conclusão:

 

Retomada da tese

A conclusão é a apresentação da visão geral do assunto tratado, portanto pode-se retomar o que foi apresentado na introdução e/ou na CONCLUSÃO, relembrando a redação como um todo. É uma espécie de fechamento em que se parece dizer de acordo com os exemplos/argumentos/tópicos que foram apresentados no DESENVOLVIMENTO, pode-se concluir que realmente a INTRODUÇÃO é verdadeira.

 

Perspectiva

Pode-se também apresentar possíveis soluções para os problemas expostos na CONCLUSÃO, buscando prováveis resultados (É preciso. É imprescindível. É necessário.), trabalhando com a conscientização geral. Por exemplo: É imprescindível que, diante dos argumentos expostos, todos se conscientizem de que...

 

Oração Coordenada Conclusiva

Pode-se ainda iniciar a conclusão com uma conjunção coordenativa conclusiva - logo, portanto, por isso, por conseguinte, então - apresentando, posteriormente, soluções para os problemas expostos na CONCLUSÃO.

 

Apresento, aqui, algumas frases que podem ajudar, para iniciar a conclusão. Não tomem estas frases como receita infalível. Antes de usá-las, analise bem o tema, planeje incansavelmente a CONCLUSÃO, use sua inteligência, para ter certeza daquilo que será incluso em sua dissertação.

Só depois disso, use estas frases:

Em virtude dos fatos mencionados ...
Por isso tudo ...
Levando-se em consideração esses aspectos ...
Dessa forma ...
Em vista dos argumentos apresentados ...
Dado o exposto ...
Tendo em vista os aspectos observados ...
Levando-se em conta o que foi observado ...
Em virtude do que foi mencionado ...
Por todos esses aspectos ...
Pela observação dos aspectos analisados ...
Portanto ... / logo ... / então ...

 

Após a frase inicial, pode- se continuar a conclusão com as seguintes frases:

 

... somos levados a acreditar que ...
... é-se levado a acreditar que ...
... entendemos que ...
... entende-se que ...
... concluímos que ...
... conclui-se que ...
... percebemos que ...
... percebe-se que ...
... resta aos homens ...
... é imprescindível que todos se conscientizem de que ...
... só nos resta esperar que ...
... é preciso que ...
... é necessário que ...
... faz-se necessário que ...


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

MAFALDA E OS PRONOMES RELATIVOS


FRASES-MODELO PARA O DESENVOLVIMENTO




Apresento, aqui, algumas frases que podem ajudar, para iniciar o desenvolvimento. Não tomem essas frases como receita infalível. Antes de usá-las, analise bem o tema, planeje incansavelmente o desenvolvimento, use sua inteligência, para ter certeza daquilo que será incluso em sua dissertação. Só depois disso, use essas frases abaixo:

 

Frases para parágrafos causas e consequências:

Ao se examinarem alguns ..., Verifica-se que ... . Pode-se mencionar, por exemplo, ...
Em consequência disso, vê-se, a todo instante, ...

Frases para parágrafos prós e contras:
Alguns argumentam que .... . Além disso ... . Isso sem contar que ....
Outros, porém, ..... . Há registros históricos de ....... que .......

Frases para parágrafos trajetória histórica:
Antigamente, quando ... , percebia-se que ...
Atualmente, observa-se que ...
Em consequência disso, nota-se ...

 

Outras frases:

Dentre os inúmeros motivos que levaram o ...... é incontestável que .....
A observação crítica de fatos históricos revela o porquê de ......
Fazendo um estudo de ....... , percebe-se, por meio de ...... , ....

Ligação entre os parágrafos do desenvolvimento:
É muito importante que os parágrafos do desenvolvimento tenham ligação, a fim de que não transformem a dissertação em uma sequência de parágrafos desconexos. Segue, a seguir, uma série de frases para a ligação entre os parágrafos.
Além disso ...
Outro fator existente ...
Da mesma forma,...
Outra preocupação constante ...
Ainda convém lembrar ...
Por outro lado ...
Porém, mas, contudo, todavia, no entanto, entretanto ...

 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O GÊNERO E O OBRIGADO


FRASES-MODELO PARA O INÍCIO DA INTRODUÇÃO



Apresento, aqui, algumas frases que podem ajudar, para iniciar a introdução. Não tomem estas frases como receita infalível. Antes de usá-las, analise bem o tema, planeje incansavelmente o desenvolvimento, use sua inteligência, para ter certeza daquilo que será incluso em sua dissertação. Só depois disso, use estas frases:

É de conhecimento geral que ...

Todos sabem que, no Brasil, há tempos, observa-se ...

Nesse caso, utilizei circunstância de lugar (em nosso país) e de tempo (há tempos). Isso é só para mostrar que é possível acrescentar circunstância diversas na introdução, não necessariamente estas que aqui estão. Outro elemento com o qual se deve tomar muito cuidado é o pronome se. Nesse caso, ele é partícula apassivadora, portanto o verbo deverá concordar com o elemento que vier à frente (sing. ou pl.)

Cogita-se, com muita frequência, de ...

O mesmo raciocínio da anterior, agora com a circunstância de modo (com muita frequência).

Muito se tem discutido, recentemente, acerca de ...

Muito se debate, hoje em dia, ...

Partícula apassivadora novamente. Cuidado com a concordância.

É de fundamental importância o (a) ....

É indiscutível que ... / É inegável que ...

Muito se discute a importância de ...

Comenta-se, com frequência, a respeito de ...

Não raro, toma-se conhecimento, por meio de ..., de

Apesar de muitos acreditarem que .... (refutação)

Ao contrário do que muitos acreditam ... (refutação)

Pode-se afirmar que, em razão de ...( devido a, pelo ) ...

Ao fazer uma análise da sociedade, busca-se descobrir as causas de ....

Talvez seja difícil dizer o motivo pelo qual ...

Ao analisar o (a, os, as) ... , é possível conhecer o (a, os, as) .... , pois ...

(Fonte: https://romaojunior.wordpress.com/2010/08/16/dicas-para-como-iniciar-uma-redacao/)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

NOVA ACENTUAÇÃO


COESÃO E COERÊNCIA




Uma das propriedades que distingue um texto de um amontoado de palavras ou frases é o relacionamento existente entre si. 

De que trata, então, a coesão textual? Da ligação, da relação, da conexão entre as palavras de um texto, através de elementos formais, que assinalam o vínculo entre os seus componentes.

Uma das modalidades de coesão é a remissão. E a coesão pode desempenhar a função de (re) ativação do referente.

A coesão: é a correta ligação entre os elementos de um texto, que ocorre no interior das frases, entre as próprias frases e entre os vários parágrafos. Pode-se dizer que um texto é coeso quando os conectivos (conjunções, pronomes relativos) e também a preposição são empregados corretamente.

A coerência: diz respeito à ordenação das ideias e dos argumentos. A coerência depende da coesão. Um texto com problemas de coesão terá, provavelmente, problemas de coerência. Vejamos alguns exemplos.

a)    preposição:
“A ditadura achatou os salários dos professores e tirou matérias importantes no desenvolvimento do jovem”.   

Ficaria melhor se fosse utilizada a preposição para: importantes para o desenvolvimento do jovem.

b) pronome relativo:
 “Os alunos que os pais colaboram são os esquecidos...”

O pronome correto seria cujos: “Os alunos cujos pais colaboram são os esquecidos...”

c)    conjunção:
“Controlar o país, para muitos governantes, é dar a impressão de que existe democracia. Portanto, se o povo participa, é imediatamente reprimido”.

É evidente que a conjunção, portanto está mal empregada. A ideia que se quer expressar é de oposição e não de conclusão. Logo, a conjunção correta seria, no entanto, mas, porém etc.

“Controlar o país, para muitos governantes, é dar a impressão de que existe democracia. Porém, se o povo participa, é imediatamente reprimido”.

Problemas como esses levam a uma falta de coerência na argumentação, já que os conectivos não estabelecem as relações adequadas.


BIBLIOGRAFIA

1. MAIA. João Domingues, Português, Novo Ensino Médio, vol. Único, Editora Ática, SP, 3a ed., 2000.
3. PLATÃO ET FIORIN, Lições de textos: leitura e redação, Editora Ática, São Paulo, 3a edição, 1998.
4. INFANTE. Ulisses, Curso de Gramática Aplicada aos textos, 2ª edição, São Paulo, Scipione, 1995.
5. MESQUITA. Roberto Melo, Gramática da Língua Portuguesa, 3ª edição, São Paulo, Saraiva, 1995.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SE LIGA NO TIL


REPETIÇÃO DE PALAVRAS




Os casos repetitivos são os que um conjunto de palavras, uma palavra, uma letra ou simplesmente uma parte da palavra se repetem, continuadamente ou não. Em muitos casos isso pode gerar pobreza de vocabulário, já que a L.P. é bem vasta e não admite repetição. Em outros, pode ser um artifício de figura de linguagem.

Anáfora

É a repetição de uma ou mais palavras no inicio de frases ou orações:

Levaremos um tempo para crescer, levaremos um tempo Para amadurecer, levaremos um tempo para entender,  levaremos um tempo para envelhecer,  levaremos um tempo para morrer.
Amar é sonhar, amar é viver, amar é curtir.

Anadiplose

É quando uma palavra ou conjunto de palavras do final de uma frase ou oração repetem-se no inicio da seguinte frase ou oração e assim sucessivamente:

Amar é sonharsonhar é viverviver é curtircurtir é amar.

Aliteração

É a repetição de fonemas, especificamente fonemas que formam consoantes. Os trava-línguas são formados por vários destes.

Amar é sonhar, sonhar é viver, viver é curtir, curtir é amar.

Assonância

É a repetição de fonemas, especificamente fonemas que formam vogais.

A áspera lavadeira trabalhava na calma lavanderia.

Diácope

É a repetição de uma palavra ou de um conjunto de palavras, porém, uma das repetições possui uma característica que serve para definir algo, dando ênfase.

O Alfaiate, o mal educado alfaiate nem me cumprimentou.

Epístrofe

É a repetição de uma palavra ou palavras no final de uma oração ou frase.

Cada um terá uma escolha, cada um fará a escolha, cada um escolhe a sua escolha.

Epizêuxiz

É a repetição de uma palavra, sendo esta repetida continuadamente.

A lavadeira trabalhava, trabalhava, trabalhava e trabalhava.

Hiato

É o encontro vocálico em palavras diferentes (diferente do hiato comum).

O Peixe nadava na água.

Paranomásia

É a repetição de palavras diferentes, porém, parônimas. Os trava-línguas também utilizam esse recurso linguístico.

O Alfaiate não me cumprimentou, só mediu o meu comprimento.

Rima

Rima é a repetição fonética ou simplesmente escrita de palavras:

Levaremos um tempo para crescer, levaremos um tempo para amadurecer, levaremos um tempo para entender, levaremos um tempo para envelhecer, levaremos um tempo para morrer.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

CUIDADO COM O AM X ÃO


ANÁLISE DE REDAÇÃO DE VESTIBULANDO




Além da baixa informatividade, também pode comprometer a qualidade de um texto dissertativo argumentativo o emprego de argumentos baseados no senso comum, isto é, em julgamentos que, embora não apresentem nenhuma base científica, acabam sendo tomados como “verdades” sociais.
Leia o seguinte parágrafo de um texto dissertativo-argumentativo (transcrito tal qual foi produzido e, por isso, apresentando diversos problemas gramaticais), produzido a propósito da violência:


“Muitas pessoas pobres, ficam muitas vezes indignadas ao ver, uma outra pessoa como ela, só que não passa fome como ela, ou seja, é rica e na maioria, ladrão, que rouba do povo e isso faz com que a população fique revoltada, e se manifestará em conflitos entre camadas sociais no qual um favelado odeie outro de uma classe superior, e tendo oportunidade para acabar com o outro não vai perder a chance.”
 (Redação de aluno, 3º ano do ensino médio)


Além dos inúmeros erros de pontuação, oralidade e coesão, o autor constrói seus argumentos a partir de ideias preconceituosas – baseadas no senso comum - segundo as quais o rico geralmente é ladrão e o pobre ou o favelado é violento. Ideias como essas e outras como “todos os políticos são corruptos”, “o jovem é sempre rebelde”, “o brasileiro é oportunista”, “homem que é homem não chora”, “as mulheres dirigem pior do que os homens”, “futebol não é assunto para mulheres”, “todo oriental é honesto e trabalhador” etc. devem ser evitadas, pois, além de não terem nenhum fundamento, tornam o texto fraco do ponto de vista argumentativo.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

NUNCA USE GÍRIAS...




A VERDADE SOBRE OS CORONÉIS




Adeir Boida de Andrade
Engenheiro e Cacauicultor

            Começo por alertar aos leitores que não vou adentrar pelo mundo da ficção, como se poderia presumir da leitura do título. Faltam-me o talento e o conhecimento deste mundo mágico dos “Coronéis” do cacau e seus herdeiros, com suas farras homéricas nos velhos cabarés de Ilhéus. Herdeiros perdulários e incompetentes estão em todo lugar, mas é realmente instigante constatar como a ficção regional- que colocou o cacau no simples papel de coadjuvante ou cenário - se sobrepôs à verdadeira história da região cacaueira da Bahia.
Em 1831 o Regente Diogo Antonio Feijó criou a Guarda Nacional (extinta pelos militares em 1922, após a Proclamação da República) como braço do Estado para garantir a segurança e a ordem. A Instituição militar chegou a contar com 600 mil homens, mas não conseguia cobrir todo o território deste imenso continente chamado Brasil. Para os rincões, foi então adotado um modelo criativo, capaz de assegurar o equilíbrio entre a anarquia e a tirania: a concessão de um título militar a um dignitário local, normalmente um bem sucedido produtor rural com renda superior a cem mil réis; homem que desejasse um título, que não quisesse ser chamado apenas de “Sinhô”! Rico, mas iletrado, o sujeito recebia o título de “Coronel” e inflava o peito, passando a entregar ao império a sua contrapartida: cuidar da segurança pública na sua área. E, o Coronel da época cumpriu muito bem a sua missão, ao seu modo e ao seu tempo. Com a inevitável marca da tirania, soube controlar a criminalidade, deixando-a em níveis melhores que os atuais!
Consta que em regra, o Império não repassava sequer recursos para armamento e fardamento da “tropa”, composta pelos famosos e fiéis jagunços. Uma solução brilhante, sem gastar um único centavo do dinheiro do contribuinte do Império! Coronéis ficaram famosos nos engenhos e plantações de cana-de-açúcar do Nordeste, e nas lavras de pedras preciosas das Chapadas. O mais famoso Coronel da Bahia e, quiçá do Brasil, não estava na região cacaueira, mas na Chapada Diamantina. Horácio de Matos. Ele reinou em sua região por duas décadas e, no comando de um exercito de jagunços, enfrentou diversas batalhas e lutou de verdade contra a chamada “Coluna Prestes”, até ser covardemente assassinado com 3 tiros pelas costas em 1931. O seu juramento em 1912 é lapidar, e serviria de exemplo para muitos dos políticos atuais:

Não humilhar ninguém, mas também nunca se deixar humilhar por quem quer que seja;
Não roubar jamais, sejam quais forem as circunstâncias, nem permitir que alguém roube e fique impune;
Ser leal com os parentes e amigos, protegendo-os sempre;
Ser leal com os inimigos, respeitando-os em tempos de paz e enfrentando-os em tempos de guerra;
Não provocar, nem agredir, mas se for ofendido, colocar a honra acima de tudo e reagir, porque de nada adianta viver sem a dignidade.

Patentes da Guarda Nacional foram concedidas mesmo após sua extinção em 1922, como ocorreu com a patente de “Capitão” concedida ao mais sanguinário bandido da época, o Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), numa negociação protagonizada pelo então Dep. Federal Padre Cícero Romão Batista. O famoso bandido foi anistiado pelos seus crimes pretéritos e recebeu farto armamento e munição, tudo para combater a Coluna Prestes. Ele descumpriu o acordado, e prosseguiu em sua carreira de crimes bárbaros até ser morto em 1938, sempre ostentando a sua patente de Capitão, curiosamente presenteada pela República. Um Oficial que desonrou a classe!
Curiosamente, a atribuição de patentes militares para dignitários civis não foi uma exclusividade do Brasil. Relendo a história de Samuel Colt (1814 - 1862), o inventor do revólver e criador da famosa marca de armas de fogo, nunca foi militar. Mas recebeu do Estado americano de Connecticut em 16 de maio de 1861 a patente de Coronel da força militar estadual. E usou este título até o final da sua vida, assinando sempre como "Cel. Colt", o que facilitava a comercialização de seus produtos. No Brasil os revólveres eram chamados de "Colt cavalinho", devido ao logotipo de um potro (colt) que está associado a todas as armas da marca.
Chegamos finalmente aos “Coronéis” do cacau, onde parece que muitos produtores eram assim denominados, sem que possuíssem de fato o título militar. Na região, o título virou simples sinônimo de homem próspero, preocupado apenas com a sua segurança pessoal e patrimonial, atribuição básica dos seus poucos jagunços. Ficaram famosos apenas na literatura dos grandes escritores aqui nascidos. É claro que eram homens ricos. Mas não podemos esquecer que toda riqueza é relativa.
Imaginem Coronéis do império, sem escravos! E, escravos nunca foram empregados na lavoura cacaueira baiana. Imaginem Coronéis cujas posses seriam desprezíveis se comparadas com o patrimônio dos chamados “Barões do Café”, com suas fazendas imensas, com até 600 escravos, na região do Vale do Paraíba, entre São Paulo e Rio de Janeiro. Os Barões do café sustentaram o Império e forjaram toda a riqueza e crescimento econômico do Estado de São Paulo. De tão ricos, dispensavam as patentes militares. Frente a eles, os "Coronéis do Cacau" seriam considerados uns pobretões, uns falidos!
Mas o leitor não deve ficar triste. O cacau tem, sim, um grande e milionário magnata: Milton Snavely Hershey1 (1857-1945), que não teve filhos e aparece na foto rodeado por crianças órfãs. Ele está para o cacau e chocolate assim como Henry Ford - seu contemporâneo - está para o mundo dos automóveis. Nasceu na Pennsylvania, Estados Unidos, e foi o responsável pela popularização do chocolate. Hershey teve milhares de empregados, para os quais construiu uma verdadeira cidade (Hershey town) com escolas, bancos, igrejas, hospitais, hotel, clubes, zoológico, bombeiros, etc., tudo em torno da sua então maior fábrica de chocolate do mundo. Em 1926 seus 8.000 acres (3.200ha) de pastagens forneciam mais de 220 mil litros de leite por dia para a fábrica, que processava 23.000Kg de amêndoas de cacau, também diariamente. A operação chegou a incluir plantações de cana-de-açúcar, usinas e ferrovia, em Cuba.
Hershey town recebe hoje cerca de 2 milhões de turistas por ano, e é um grande destino para quem ama cacau/chocolate. Por enquanto, é a única cidade do mundo onde a avenida cacau cruza com a avenida chocolate, e as ruas secundárias recebem o nome dos portos de onde provinham suas amêndoas de cacau: Caracas, Granada, Aruba, Trinidad, Ceylon, Java e Pará.

[1] Sophie D. Coe & Michael D. Coe. THE TRUE HISTORY OF CHOCOLATE. Thames & Hudson. Second Edition. 2007.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

MEIA & MEIO



ESCREVER, ESCREVER, ESCREVER...




Aquele que escreve por necessidade da alma sempre tem a sensação de que há algo por dizer.
Uma solidão, uma agonia, um vazio gigantesco. Ou o humilhante complexo de que poderia ter sido melhor!
E essa sensação é constante. Dura. Rasgo doído.
O antídoto parece ser a escrita, o desabafo, a exteriorização dos fantasmas internos. Livrar-se do peso.
Escrever é como um simbólico funeral: deixar morrer aquilo que em nós insiste em ficar ali, atiçando, cutucando, querendo, sem querer, sair.
Ao mesmo tempo em que é um nascimento: parir um doloroso filho e, quando este vier à tona, criar vida própria e ganhar o mundo.
Como uma necessidade fisiológica, o ato da escrita não é nem nunca foi mecânico, mas sim essa capacidade que aqueles que se deixam tocar pela força das palavras sentem!
Pensar é um ato metafísico necessário; redigir é um complemento humano imprescindível.

domingo, 9 de dezembro de 2012

MAS X MAIS


DOMINGO



Boa sorte aos concurseiros da PM-BA!

Obrigado pelas visitas, pelo carinho, pela dedicação a'O Blog de Redação.

Agora é a hora de colher os louros do trabalho exaustivo... Tenham certeza que, aqueles que se dedicaram com seriedade, estarão dentro!

Aproveitem o resto do domingo para relaxar, ficar com a família, assistir àquele filme adiado, passear com filhos (as). É hora de descansar!

Abraço a todos!!!

sábado, 8 de dezembro de 2012

A GENTE X NÓS


SEJA EM QUE ÁREA FOR!

Oportunismo X Competência.



Algumas regras para a vida profissional...

AULA.1.

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
- Claro, por que não?
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: *Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo*.

AULA.2.

Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.
Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

Conclusão: *Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.*

AULA.3.

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro. ' grita um dos funcionários!!!!
- Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida '... Pufff e ele foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas! Puff, e ele se foi.
- Agora você - diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: *Deixe sempre o seu chefe falar primeiro*.

AULA.4.

Um padre está dirigindo por uma estrada quando um vê uma freira em pé no acostamento.
Ele para e oferece uma carona que a freira aceita.
Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas.
O padre se descontrola e quase bate com o carro.
Depois de conseguir controlar o carro e evitar acidente ele não resiste e coloca a mão na perna da freira.
A freira olha para ele e diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!
O padre sem graça se desculpa:
- Desculpe Irmã, a carne é fraca... E tira a mão da perna da freira.
Mais uma vez a freira diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!
Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso enigmático, desce do carro e entra no convento.
Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz: 'Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso'.

Conclusão: *Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, você pode perder excelentes oportunidades*

AULA.5 ..

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando.
A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:
- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
- Quem era?
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.
- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?

Conclusão: *Se você compartilha informações a tempo, você pode prevenir exposições desnecessárias*

AULA.6.

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: *A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente*.